
O Festival de Inverno Lourenciano chega à 6ª edição entre os dias 6 e 10 de agosto de 2026, em São Lourenço do Sul, consolidado como um dos principais eventos do calendário local. Realizado na Praça Central Dêde Serpa, o evento busca impulsionar a economia fora da temporada de verão, reunindo empresas, atrações culturais e atividades voltadas à comunidade.
Organizado pela Associação Comercial e Industrial e Câmara de Dirigentes Lojistas (ACI/CDL), o festival reúne empreendimentos de diversos setores, oferecendo espaço para comercialização de produtos, geração de negócios e divulgação de marcas. A programação também inclui shows, atividades culturais e espaços de convivência.
Em 2025, mais de 60 mil pessoas passaram pelo evento, segundo a organização. Para o presidente da ACI/CDL, Mahmoud Amer, o crescimento é contínuo. “Mais do que um número absoluto, o que se destaca é o público constante e o crescimento contínuo do evento. A cada edição, percebemos aumento no fluxo de visitantes, maior permanência do público no espaço e ampliação do alcance regional. Esse crescimento acompanha também o aumento no número de expositores e a diversidade de atrações, reforçando o Festival como um ponto de encontro da comunidade e da região”, afirma.
Multifeira e diversidade de atrações
Para a edição de 2026, o evento será novamente estruturado no formato de multifeira, com espaços dedicados ao empreendedorismo, à cultura, à gastronomia e à inovação. Segundo a organização, o planejamento está em fase avançada.
“Teremos novamente valorização de músicos locais, atrações culturais diversificadas e ambientes dedicados à tecnologia, além de espaços para debates sobre temas relevantes para empreendedores e para a comunidade. A expectativa é muito positiva. O evento vem crescendo de forma exponencial ao longo dos anos, tanto em público quanto em número de expositores, e a tendência é consolidar ainda mais o Festival como um dos principais eventos da região”, destaca Amer.
Impacto econômico e social
O festival tem como um dos principais objetivos a geração de emprego e renda, movimentando setores como comércio, gastronomia, serviços e turismo. Durante o evento, há aumento na ocupação da rede hoteleira, na demanda por alimentação e nas vendas de empresas participantes.
Amer ressalta que o evento funciona como vitrine para pequenos produtores e empreendedores locais. “O Festival de Inverno Lourenciano tem como principal objetivo promover o desenvolvimento social, cultural e econômico de São Lourenço do Sul e região. Ele vai muito além de um evento: é um espaço Multifeira de integração das forças vivas da sociedade. A iniciativa valoriza o empreendedorismo, incentiva a autonomia financeira, fortalece pequenos produtores, dá visibilidade a artistas e músicos locais e oferece lazer de qualidade para a comunidade. Além disso, promove a troca de conhecimento por meio de debates e atividades voltadas a temas relevantes. Também vale destacar que o Festival propõe a integração entre moradores da zona urbana e rural do município, valorizando nosso povo e nossa cultura local”, afirma.
Superação e crescimento
Desde sua criação, o festival enfrentou desafios como a pandemia de Covid-19, em 2020, a enchente de 2024 e períodos de instabilidade econômica. Ainda assim, manteve crescimento ao longo das edições.
“A própria evolução do evento demonstra isso, com aumento contínuo no número de expositores, ampliação das estruturas e diversificação das atrações. A ACI/CDL tem um cuidado constante em qualificar o evento, tanto em infraestrutura quanto em organização, buscando oferecer melhores condições para expositores e visitantes. Todo este cuidado envolve um planejamento contínuo, através de processos muito bem estabelecidos pela entidade, sempre respeitando a proposta do evento e a experiência do público. Hoje, o Festival é um evento consolidado que representa orgulho para São Lourenço do Sul e o objetivo é seguir crescendo de forma sustentável, mantendo a essência do Festival como uma Multifeira que valoriza o município, promove inovação, incentiva o empreendedorismo e fortalece a comunidade local”, conclui Amer.



