Futebol, combustível e 209 anos de Pelotas

FUTEBOL

Há pouco mais de um mês, o Brasil foi cenário de uma polêmica que envolveu Jornalistas, Cronistas Esportivos, jogadores, técnicos, dirigentes e outros agentes do futebol, sobre a realização ou não da Copa América no país em plena pandemia.

Diversas delegações chegaram ao país com atletas positivados para a Covid-19. Contudo, a poeira baixou, a competição começou, e chega ao final nesse fim de semana, com a seleção brasileira em campo.

Fora de campo, permanecem dúvidas! É impressão desse colunista ou a Copa América parece não ter a mesma importância das edições anteriores? A polêmica teria sido criada pela Rede Globo, que não tinha os direitos de transmissão? O SBT, canal do Silvio Santos, conquistou o telespectador para acompanhar a transmissão dos jogos?

Para esse colunista, a Copa América de 2021 foi uma competição sem expressão, sobretudo porque disputou a atenção dos apaixonados pelo futebol com a EUROCOPA, com as notícias sobre a Covid-19 e com as péssimas campanhas de Grêmio e Inter, assim como, do Esporte Clube Pelotas e do Grêmio Esportivo Brasil.

A principal avaliação a ser feita é, sobre a influência da Rede Globo, que cobre quase 100% do território brasileiro, nas escolhas da população.

COMBUSTÍVEL

Mais uma suba de combustíveis! Até quando vamos suportar aumentos de preços? Para que servem as reservas de petróleo em território brasileiro? Apenas para exportação? De que adianta nossa capacidade de produção tão exaltada pelos diversos governantes, como soberania e independência energética? Onde está e quem está explorando o petróleo do pré-sal, que daria origem de recursos até para a educação?

PELOTAS COMPLETOU 209 ANOS

A Princesa do Sul, como é chamada, chega aos 209 anos como cidade pólo da Região Sul. Nesse período nasceram diversos filhos de Pelotas, alguns ilustres, outros cidadão e cidadãs comuns trabalhadores. Dentre todos, o atual Governador, Eduardo Leite.

Aqui na Zona Sul, há muitos anos ouvimos o discurso de falta de representatividade política. A região é portadora de grande contingente eleitoral (votos) e não elege, ou elege poucos deputados estaduais, federais, senadores para o potencial eleitoral que possui.
Opinião do colunista: estamos nos encaminhando para três anos de gestão de um governador da Zona Sul, e até o momento faço o exercício de buscar encontrar, em todas as minhas capacidades e percepções, mudanças substanciais produzidas pelo Governo do Estado em benefício da Zona Sul.

Ressalto que não estou querendo exclusividade nem prioridade de nossa região em detrimento de outras regiões, mas a história política do governador começou aqui. Se ele chegou ao Governo do Estado, foi porque a população da Zona Sul lhe confiou os votos que, somados aos de outros gaúchos que acreditaram na história do ex-vereador e ex-prefeito de Pelotas, lhe garantiram a vitória eleitoral para governar o estado.

Faltando um ano e meio para o término do mandato, sem nenhuma grande obra na região e poucas ações que mudem efetivamente a vida dos gaúchos da Zona Sul, o governador, buscando um novo momento político, dedica-se mais a falar para o Brasil do que para aqueles que o elegeram.

Na próxima semana voltarei ao assunto falando sobre uma possível melhora na arrecadação do Estado.

Por fim, parabéns Pelotas!

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