Primeiro bebê pelotense de 2025 emociona equipe do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas

Lorena Alves Rangel nasceu à 0h38 do dia 1º de janeiro de 2025 no Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel). (Foto: Arquivo pessoal)

Entre as datas comemorativas de 2025, a vida renascia em Pelotas. No dia 1º de janeiro, à 0h38, a primeira criança pelotense veio ao mundo para trazer renovação. Lorena Alves Rangel, que nasceu no Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-
UFPel), trouxe alegria não só aos pais, mas também à equipe médica.

Pesando 3.542 kg e medindo 50 centímetros, Lorena, que conta com “vitória” e “honra” como significado de seu nome, nasceu de uma forma inesperada, segundo seus pais Jhenifer Alves e Igor Rangel. De acordo com o casal, o nascimento, que estava marcado para o dia 24 de dezembro, trouxe consigo surpresa e felicidade. “Não esperávamos que ela iria chegar nessa data tão especial. Foi incrível, uma experiência única. Foi um sentimento único muita alegria e emoção em descobrir que nossa bebê tinha chegado bem, com saúde e perfeita”, contaram os pais.

Sem previsão da quantidade de atendimentos que ocorreriam na data, Thales Moura, médico-residente em Ginecologia e Obstetrícia no HE-UFPel que acompanhou o parto, explicou que, mesmo em meio a rotina da equipe na época festiva, o momento foi único para todos, devido à singularidade da ocasião. “É gratificante participar de um momento tão único da vida de uma gestante, afinal é o sonho dela ali naquele momento. Estamos acostumados com partos, mas tentamos levar para as gestantes o máximo de conforto para o binômio materno-fetal, porque para ela aquele momento é único e respeitamos isso. Então, além de poder ser a primeira pessoa a tocar e receber o bebê, que foi tão esperado por uma família, ainda temos a graça de recepcionar o primeiro bebê do ano”, destacou o médico.

Moura lembrou ainda que, acompanhado de seus colegas residentes, Luana Walicheski e do acadêmico Murilo Gregório, além dos preceptores Pedro e Laura, até hoje a confiança da mãe é relembrada e comentada, por sua perseverança no parto.

Conforme relatou o ginecologista, Jhenifer chegou na maternidade ainda no dia 31 de dezembro e acreditou que seu bebê seria o primeiro do ano. “Eu ressalto a perseverança da mãe, porque foi um parto que precisou ser induzido e, algumas vezes, as induções pode demorar mais de um dia, e ela já chegou dizendo que o bebê dela seria o primeiro do ano, e foi”, lembrou.

Equipe do HE-UFPel que realizou o parto de Lorena. (Foto: Divulgação)