Produtores e expositores de toda a região estarão presentes na 48ª Expointer, que começou na sexta-feira (30) e se estende até o dia 7 de setembro. A Zona Sul estará representada em todos os segmentos do agronegócio e, também, com a agricultura familiar que terá forte presença no pavilhão das agroindústrias.
presidente do Núcleo de Criadores de Gado Jersey de Pelotas, Vener Ebert Enns comemora o aumento do número de animais inscritos este ano, que aumentou 200% na comparação com o ano passado. No ano passado 80 animais foram inscritos, já nesta edição o número saltou para 240. “O pessoal está mobilizado, pois a feira tem um know-how, tem um nome que pesa e vamos ter uma boa participação da raça Jersey, o que nos deixa bem entusiasmados com os resultados”, disse.
O otimismo também está presente entre os criadores de cavalos crioulos. Apesar de ainda não ter fechado o total de animais inscritos, o presidente do Núcleo Sudeste da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos, Pedro Mancha acredita em uma participação expressiva das cabanhas do sul. “Ano passado o Núcleo Sudeste teve uma boa representatividade, tanto na morfologia como no Frio de Ouro e foi muito bem. Esse ano também temos vários expositores, temos gente nova e cabanhas antigas renomadas. Eu acredito que vai ser um sucesso e melhor até que o ano passado, pois temos animais com grandes chances de se colocar muito bem tanto na morfologia como no Freio”, comentou.
Agricultura familiar bem representada
Aproximadamente 20 agroindústrias da Zona Sul estarão no Pavilhão da Agricultura Familiar que, este ano, reúne 456 expositores. Sucesso na 31ª Feira Nacional do Doce (Fenadoce) o licor de Quindim da Destilaria Alto da Cruz de Canguçu, promete ser uma das principais atrações da exposição.
Os doces em pasta da Vô Jordão, de Pelotas, serão expostos pela primeira vez na Expointer e pretendem seduzir o público com o sabor original da tradição doceira pelotense.
O portfólio de produtos das agroindústrias regionais conta ainda com queijos e iogurte feitos com leite de ovelha, embutidos, sucos, queijos coloniais, doce de leite, doces cristalizados, doces em calda e, claro, a tradicional jeropiga da Ilha dos Marinheiros, de Rio Grande.
“A expectativa é grande. No ano passado, os nossos expositores tiveram ótimos resultados e a cada nova edição, eles comentam que a Expointer representa um Décimo Terceiro salário para suas agroindústrias, porque o volume de vendas é o equivalente a quase um mês inteiro. E, acreditamos que este ano não será diferente”, comenta o assistente técnico do Escritório Regional da Emater-Ascar, Renato Cougo dos Santos.




