Segunda-feira (9)
Entrou em vigor o decreto de Donald Trump que proíbe a entrada de imigrantes de 12 países nos Estados Unidos, entre eles Irã, Cuba e Haiti.
Em Los Angeles, a tensão aumentou após a chegada da Guarda Nacional para conter protestos contra os decretos anti-imigração do governo Trump. Manifestantes queimaram carros e foram reprimidos pelas forças de segurança. Pelo menos 27 pessoas foram presas.
Mais um foco de gripe aviária foi confirmado em uma criação de aves domésticas na cidade de Campinápolis, no Mato Grosso.
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou os interrogatórios de oito réus do processo sobre a tentativa de golpe após as eleições de 2022.
Em Santa Vitória do Palmar, uma pessoa morreu e três ficaram feridas após o carro em que estavam sair da pista e bater em uma árvore na BR-471.
Em Rio Grande, uma briga entre vizinhos terminou em morte na Ilha dos Marinheiros.
Em Pelotas, produtores rurais iniciaram uma mobilização bloqueando a BR-392, próximo à ponte sobre o canal São Gonçalo, que divide os municípios de Pelotas e Rio Grande, para pressionar o governo federal pela securitização.
Ainda em Pelotas, o vereador Cauê Fuhro Souto (PV) denuncia ser vítima de fake news (informação falsa) e conteúdos manipulados por deepfake (criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial) tendo como autor um servidor com cargo de confiança no Executivo pelotense.
Terça-feira (10)
A sueca Greta Thunberg e mais 11 ativistas, dentre eles um brasileiro, que tentavam chegar de barco a faixa de Gaza levando fórmulas infantis de alimentos e suprimentos médicos, foram presos e deportados.
A Rússia lançou 315 drones de ataque e sete mísseis contra a Ucrânia durante a madrugada.
Dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul informam que o interior do estado lidera registros de homicídios. Nos cinco primeiros meses deste ano, a Região Metropolitana registrou 135 homicídios, enquanto no interior foram 298.
O STF interrogou Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente pediu desculpas ao ministro Alexandre de Moraes e assumiu que buscava na constituição alguma irregularidade que pudesse anular a eleição de Lula (PT).
O ex-presidente, em vez de reunir-se com políticos e juristas para encontrar irregularidades no processo eleitoral, se reuniu com militares para discutir a minuta do golpe.
Bolsonaro ainda citou que não poderia intervir junto as pessoas que estavam em frente aos quartéis pedindo a desmobilização porque levaria a maior vaia do mundo. Para não ser vaiado, deixou seus apoiadores na frente dos quartéis, que posteriormente causaram destruição nos prédios dos três poderes em Brasília, foram presos e cumprirão pena na cadeia.
Não bastasse tudo isso no depoimento, Bolsonaro disse não ter nada a ver com os fatos que fizeram em Brasília, chamando todos de baderneiros.
Em Pelotas, a Polícia Civil deflagrou a Operação Firma II contra uma rede de lavagem de dinheiro ligada ao chamado “golpe dos nudes”.
Uma operação da Vigilância Sanitária, Polícia Civil e Secretaria de Agricultura apreendeu 5,5 toneladas de carne irregular em três açougues de Pelotas.
Quarta-feira (11)
Protestos contra a política de deportação de Donald Trump se espalharam para Atlanta, Nova Iorque e Chicago.
Suprema corte da Argentina determina prisão da ex-presidente do país Cristina Kirchner. Como forma de protesto, apoiadores de Cristina depredam prédios em Buenos Aires.
Colômbia vive clima de tensão após série de ataques armados que deixaram cinco mortos e 12 feridos em Cali e em cidades vizinhas.
Mês de maio no Rio Grande do Sul registra o maior número de casos de doenças respiratórias dos últimos três anos.
Porto Alegre registra recorde no número de mortes por dengue em 2025. Com 17 óbitos, o município tem 16 mil casos confirmados.
Reflexão
Selecionamos algumas das manchetes sobre fatos que aconteceram entre segunda (9) e quarta-feira (11).
Em meio a tantos fatos negativos, vamos nos acostumando, naturalizando tragédias, mortes e todos os tipos de violência, que entram em nossas vidas diariamente, via redes sociais, televisão, rádio ou jornal.
Se para as pessoas que tem letramento é difícil interpretar e refletir as possíveis razões que dão origem e permanência a cada tipo de violência, imaginemos a dificuldade de quem, por algum motivo, não consegue interpretar um texto. Para o analfabeto que recebe uma carta, a verdade pode não ser o que está escrito, mas sim o que é dito por quem lê para ele. Já para o alfabetizado, a verdade ou a mentira se revela na conclusão e opinião que o leitor terá após a leitura.




