São Lourenço do Sul registra apenas um caso suspeito de leptospirose após enchentes

A leptospirose é uma doença infecciosa transmitida pela urina de animais infectados, principalmente ratos, por meio de contato com a água contaminada. (Foto: Divulgação/Agência Brasil)

Após as enchentes que atingiram a maioria dos municípios do Rio Grande do Sul, a população enfrenta altos índices de leptospirose, uma doença infecciosa transmitida pela urina de animais infectados, por meio de contato com a água contaminada. Segundo o Ministério da Saúde, com dados atualizados até 29 de maio, o Estado contabiliza 197 casos confirmados.

Conforme informações da secretária de Saúde de São Lourenço do Sul, Ane Scholl, após as cheias e o estado de calamidade, o município registrou apenas um caso suspeito. “No acumulado de 1º de janeiro de 2024 até hoje, temos 11 casos confirmados, um suspeito e um óbito. Salientamos que o óbito ocorreu em janeiro”, disse.

Entre as medidas adotadas estão boletins epidemiológicos semanais para informar a população sobre o número de casos, além de precauções como o manejo adequado da água contaminada durante a limpeza de lama e sujeira.

“Não esqueçam de usar proteção, como botas de borracha e luvas. Também é importante estar com as vacinas em dia, para isso, procurem suas Unidades Básicas de Saúde”, recomendou Ane.

Atualmente, a Secretaria Municipal de Saúde está montando um trabalho em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e a Emater para conscientizar agricultores e moradores da zona rural, onde, segundo Ane, “o número de casos é maior”.

Além disso, a Vigilância Epidemiológica e Sanitária está providenciando o descarte correto dos lixos e entulhos, principalmente em terrenos baldios, “que são grandes focos de ratos, os principais transmissores da doença”, concluiu a secretária.

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