Por seis votos a cinco, em uma votação secreta e em sessão agitada com o plenário lotado por manifestantes na última segunda-feira (27), a Câmara de Vereadores de São Lourenço do Sul rejeitou o veto do prefeito Rudinei Härter ao Projeto de Lei “Escola Sem Partido”.
O projeto gerou muita polêmica desde sua tramitação na Câmara, recebeu apoios, mas teve muitas críticas, de professores, várias instituições, partidos políticos, inclusive, a nível estadual. Foi aprovado pelo Legislativo, mas vetado pelo prefeito, que recebeu grupos a favor do projeto e também contrários.
As sessões da Câmara em que o projeto foi debatido foram sempre tumultuadas e com plenário lotado. Na segunda-feira, manifestantes portavam cartazes a favor e contra o “Escola Sem Partido”. Mais uma vez, com participação massiva do CPERS/Sindicato e seu diretores.
Como o veto do prefeito foi votado na última segunda-feira e foi rejeitado, o projeto voltou ao Executivo, com prazo de 48 horas para que o prefeito promulgasse a Lei. No entanto, conforme a Assessoria de Imprensa, o prefeito se negou a promulgar, mantendo seu posicionamento quando fez o veto. Assim, cabe a presidente da Câmara sancionar, também com prazo de 48 horas após o retorno do projeto ao Legislativo, o que não havia ocorrido até o fechamento desta edição.




