A Vigilância em Saúde de Rio Grande não registrou novos focos do mosquito Aedes aegypti durante a última semana de monitoramento. O resultado, divulgado no Boletim Epidemiológico das Arboviroses da Semana Epidemiológica 26, representa um indicativo positivo para o controle do vetor, mas não reduz a necessidade de manter as ações de prevenção e vigilância em todo o município.
Nos últimos 15 dias, foram identificados apenas três focos do mosquito: dois no bairro Getúlio Vargas (BGV) e um no bairro São Miguel.
Apesar da ausência de novos registros nesta semana, Rio Grande acumula 664 focos de Aedes aegypti em 2026. As localidades com maior número de focos são o Centro (122), Cidade Nova (71), Distrito Industrial (69), Quinta (62), São João/Recreio (35), Vila Maria (34), Junção (25), São Miguel (22) e Povo Novo (20). Também apresentam registros Aeroporto (19), Linha do Parque (16), Prado (16), Bolaxa (15), Bernadeth (12), Municipal (11), Vila Militar (11), Cassino (11), Buchholz (8), Castelo Branco (8), Lar Gaúcho/Navegantes (8), Trevo (7), Hidráulica (6), Mangueira (6), Maria dos Anjos (5), FURG Carreiros (5), Querência (4), Cibrazém (4), Senandes (4), Carlos Santos/Profilurb (4), Santa Rita de Cássia (4), Porto Novo (3), Parque Marinha (3), Jardim do Sol (2), Ilha da Torotama (2), Orla (2), Getúlio Vargas (2), além de Barra, Vívea, Atlântico Sul, Santa Rosa, Parque Guanabara e Parque São Pedro, com um foco cada.
Em relação aos casos da doença, o município contabiliza 54 notificações de dengue em 2026, das quais dois casos autóctones foram confirmados e 52 descartados. Não há casos importados nem registros confirmados de chikungunya neste ano.




