União Gaúcha J. Simões Lopes Neto

70 anos do reerguimento
A história nos conta que a União Gaúcha deixou de funcionar em 1912, embora em 1930 os cavalarianos da União Gaúcha recepcionaram a miss universo Yolanda Pereira, conforme divulgou a imprensa na época. Durante 38 anos, tivemos duas tentativas de reerguimento, porém, finalmente, em 18 de dezembro de 1950, um movimento encabeçado por alunos dos Ginásios Gonzaga e Pelotense – pasmem-se os rivais galinhas gordas e gatos pelados juntos – conseguiram a reestruturação da antiga “Arca das Tradições”, primeiramente através de uma diretoria provisória tendo à frente José Ubirajara Timm e, em 18 de dezembro, elegeu uma diretoria efetiva, sob a patronagem de Adão Dartagnan Costa.
Em 1952, houve a legalização da reforma estatutária da entidade, que passou a usar o aposto J. Simões Lopes Neto, uma justa homenagem a um dos maiores escritores regionalistas do Brasil.

Assim sendo, deixo aqui minha homenagem a querida e centenária União Gaúcha J. Simões Lopes Neto, fundada em 1899, estando, portanto, contando 121 anos desde a sua fundação e sendo a entidade tradicionalista mais antiga no Rio Grande do Sul, considerando os dois períodos.

Hoje, a homenageada conta com um patrimônio invejável, mantendo sempre ativas as suas invernadas cultural, artística e campeira, sendo reconhecida não só no Brasil, como até mesmo em outros países, onde já esteve fazendo apresentações artísticas e tendo uma patronagem super participante com o patrão Romualdo Cunha Junior à frente.
Parabéns a todos sócios e simpatizantes da “Centenária União Gaúcha J. Simões Lopes Neto”.

É Natal, tchê!
Aproveito a época natalina em que as pessoas estão com a mente e o coração mais abertos, embora as dificuldades momentâneas, para fazer algumas considerações:
No século IV, o Papa Júlio I oficializou a data de nascimento do Cristo em 25 de dezembro; atribui-se a São Francisco de Assis a criação do presépio (no século XIII).

Porque o pinheiro é usado como árvore de Natal? Conta-nos a lenda que quando Jesus nasceu, São José que era carpinteiro, pediu a uma árvore um pedacinho de madeira para fazer o bercinho de Jesus; a madeira (que era o umbu) recusou-se e Nossa Senhora disse-lhe então: “ Tu não vais prestar para nada” (realmente o umbu só presta para atrair raios). São José foi adiante e encontrou um pinheiro e fez-lhe o mesmo pedido, sendo que o pinheiro deu a madeira e ficou abençoado.

Feliz Natal e um Ano Novo repleto de felicidade e saúde para todos nós!

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