Osteoporose, imaginar o futuro, músculos, ossos e equilíbrio depois dos 30 anos

Hospital Miguel Piltcher.

OSTEOPOROSE E O QUE SE DEVE COMER PARA PREVENIR

Viver com medo de fraturar uma vértebra, um braço ou o quadril pode ser cansativo. É o que acontece com quem sofre de osteoporose, a condição que deixa os ossos mais porosos.

A doença se caracteriza pela redução da massa óssea e atinge 30% das mulheres com mais de 50 anos – e 8% dos homens. A fragilidade óssea que acompanha a osteoporose reduz a qualidade de vida dos pacientes e está associada a altas taxas de morbidade e mortalidade. Além disso, em muitas ocasiões se torna uma doença incapacitante.

Há fatores que aumentam o risco de sofrer de osteoporose que não somos capazes de influenciar – como a idade, o sexo, a etnia ou a presença de algumas patologias, como o hipogonadismo. No entanto, muitos outros fatores podem ser modificados, incluindo baixo peso corporal, falta de atividade física, pouca exposição ao sol, uso de alguns medicamentos, consumo de café, tabaco e álcool.

Também sabemos que existem certos hábitos alimentares que, embora não evitem o aparecimento da osteoporose, reduzem o risco de sofrer da condição. Estudos indicam que a ingestão adequada de cálcio melhora a densidade mineral óssea, especialmente durante a infância e a adolescência.

Na idade adulta, a ingestão de cálcio parece estar mais relacionada a uma menor perda de massa óssea do que a um aumento dela. Na prática, para ingerir cálcio podemos consumir laticínios, assim como leguminosas como soja e seus derivados; frutos secos, como amêndoas; e legumes e verduras, como brócolis, couve ou couve-flor.

O espinafre também contém cálcio, mas não é tão bem absorvido. Por outro lado, ter níveis adequados de vitamina D no organismo ajuda a absorver o cálcio ingerido, e o mineral a se fixar no osso, reduzindo consideravelmente o risco de sofrer de osteoporose.

IMAGINAR O FUTURO PODE TRAZER VIDA MAIS FELIZ

Imaginar como seremos no futuro nos torna mais previdentes no presente. Imagine por um momento você daqui a 10 anos. Dependendo da sua idade, você poderá ter um pouco mais de rugas e cabelos brancos e poderá também esperar algumas mudanças nas suas circunstâncias materiais. Mas a pessoa que você imagina parece fundamentalmente muito próxima de quem você é hoje? Ou parece mais um estranho?

Inúmeros estudos psicológicos da última década indicam que as respostas das pessoas costumam apresentar amplas variações – e suas respostas trazem revelações surpreendentes sobre suas tendências de comportamento. Algumas pessoas têm um senso vívido do seu “eu” futuro, que parece muito próximo da sua identidade atual.

Essas pessoas tendem a ser mais responsáveis com seu dinheiro e éticas nas relações com os demais. Elas estão dispostas a agir de forma a facilitar a vida nos anos futuros. Mas muitas pessoas têm dificuldade para imaginar o seu “eu” futuro como uma continuação de quem elas são hoje e seu comportamento tende a ser muito menos responsável.

É quase como se elas observassem seu “eu” futuro como se fosse outra pessoa, com poucas conexões com sua identidade atual – e, como resultado, elas se preocupam muito menos com as consequências de longo prazo das suas ações. Você poderá quase pensar sobre você no futuro como uma relação que precisa ser estimulada e cultivada. Felizmente, existem algumas estratégias simples para fortalecer sua empatia e compaixão pela pessoa que você irá se tornar – com consequências profundas para a sua saúde, felicidade e segurança financeira.

MÚSCULOS, OSSOS E EQUILÍBRIO DEPOIS DOS 30 ANOS

A partir dos 30 anos, começa o declínio natural de nossa força muscular e óssea. Os exercícios ajudam a manter a forma e a evitar doenças cardiovasculares, mas há atividades-chave que nos ajudam a envelhecer melhor que parecem ter sido esquecidas.

São os exercícios para fortalecer os músculos e ossos e atividades que melhoram nosso equilíbrio. Há muitos benefícios para a manutenção e melhoria da saúde que esses tipos de exercício produzem em todos os adultos, não apenas nos idosos, e recomenda-se incorporá-los à rotina pelo menos duas vezes por semana.

Além de exercícios aeróbicos, como caminhada rápida, todos os adultos devem tentar fazer atividades de equilíbrio e fortalecimento duas vezes por semana. Em média, todos vivemos mais tempo, e esta combinação de atividades físicas nos ajudará a estar bem na juventude e a permanecer independentes à medida que envelhecemos.

Muitas pessoas não têm clareza sobre a importância de cuidar da força do corpo, em particular dos músculos e ossos, para uma saúde geral. De acordo com especialistas, a massa óssea e a massa muscular tendem a atingir o pico antes de chegarmos aos 30 anos. Os exercícios de força e equilíbrio ajudam a melhorar o humor, os padrões de sono, aumentar os níveis de energia e reduzir o risco de morte prematura.

Além disso, os exercícios de força e equilíbrio também podem melhorar os resultados futuros após momentos importantes em nossas vidas, como gravidez, menopausa, diagnóstico de doenças, aposentadoria ou período pós-operatório.

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