Coluna do JC

Feminicídio x medida protetiva
Palavras distintas: feminicídio, no mau sentido da palavra, parece que está na moda. Nunca se matou tantas mulheres. Um dos motivos é a traição. Óbvio que esse fato não é motivo para tirar a vida de uma pessoa. O homem sente-se atingido na sua “honra” e parte para vingança.

Feminicídio II x WhatsApp
É um dos elementos mais fatídicos contra a mulher. Ela usa o mesmo para tudo, inclusive para fotos e textos que são prontamente correspondidos. E aí começa o “bolor”. Às vezes dá em nada, às vezes a coisa se aprofunda. Numa dessas o companheiro descobre a senha, vasculha, acha e daí o “rolo” para acabar em morte é um tapa.

Feminicídio x medida protetiva
A tal medida protetiva é mais ilusão que realidade. A justiça emite a mesma, mas daí, a hora que o ódio bate com mais força, o “maleva” chega e fuzila a mulher. A justiça não tava lá para dar proteção. A vítima não tem como acionar um dispositivo pra chamar a segurança. Resultado: Criaram lei, tornozeleira, mas sem eficácia alguma.

Justiça – bah!
Dia dos Pais e a justiça paulista soltou o Nardoni e a assassina que mandou matar os pais – irmãos cravinho. Mas visita em cemitério é no Dia dos Finados e eles, pelo que consta, nem lá tiveram. Nardoni assassinou a própria filha. Por essas e outras aberrações cometidas, a justiça merece aplausos.

Mandinho do vô

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