Investimentos em saúde prometem trazer fôlego à área

Executivo em Saúde, Rafael Amaral, deputado federal Pedro Westphalen, diretor-presidente do IPE/RS, Marcus Vinicius Vieira de Almeida e o diretor do JTR, Adilson Cruz (Foto: Anarelli Martinez/JTR)

Uma das prioridades dos governos é melhorar a qualidade de vida dos brasileiros, para isso, os investimentos em saúde pública se fazem necessários. Pensando nisso, trabalha o deputado federal Pedro Westphalen (PP), o diretor-presidente do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul (IPE/RS), Marcus Vinicius Vieira de Almeida e o executivo em Saúde, Rafael Amaral.

Segundo Amaral, defender a saúde é trabalhar pelo Sistema Único de Saúde (SUS), hospitais, vida e por milhares de empregos. Porém, ele cita que a população lembra desses aspectos quando precisa de algum auxílio, não examinando as políticas públicas propostas durante o processo de eleição e mandato.

Nesse sentido, o executivo propõe a necessidade de firmar lideranças que pautem essa problemática já que a matéria é representada por cerca de 20 deputados na Câmara, dentre os 513 envolvidos. “Fortalecer nossas bases para que os eleitores votem em bandeiras que realmente entreguem o que foi proposto”, cita.

Em 2019, o diretor-presidente do IPE/RS visitou o município para saber as demandas em saúde. Com isso, foram assinados dois pacotes para viabilizar recursos para hemodiálises na Santa Casa de Misericórdia e no Hospital Universitário São Francisco de Paula, na intenção de melhorar o atendimento e viabilizar mais receita para o pagamento da folha de funcionários.

Agora, Almeida almeja estudar pacotes na área de obstetrícia, assim como aconteceu em Camaquã, onde a partir de agosto os partos que acontecerem por meio do IPE não terão custos sobre a anestesia às gestantes. Além disso, um novo método de remuneração da instituição busca evitar burocracia interna, dar maior fôlego aos hospitais, evitar desvios e combater abusos no sistema.

Já o parlamentar trabalha na articulação de leis e propostas que busquem atender as demandas da saúde. Assim ocorreu com o projeto e, atualmente, Lei nº 13.992 que obriga as instituições de saúde a receberem contratualizados do SUS. Decorrente disso, na terça-feira (18) será levado à segunda votação, em plenário, o Projeto de Lei nº 358, que visa prorrogar o prazo da lei supracitada até setembro, a fim de dar fôlego a essas instituições hospitalares.

Também, estão sendo elaboradas leis focadas na arrecadação para o período de pós-pandemia, bem como trabalhos para viabilizar as vacinas para Covid-19, como a desenvolvida entre a Universidade de Oxford, no Reino Unido, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição de pesquisa e desenvolvimento em ciências biológicas localizada no Rio de Janeiro e, também, a advinda da parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science e o Instituto Butantan, órgão ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.
Se estima que até o final do ano que vem, 200 milhões de doses sejam encaminhadas para o país e terá a Fiocruz o domínio da tecnologia para produzir a vacina no Brasil. E para isso, o deputado afirma que “não vai faltar dinheiro para esses investimentos em saúde, assim como não tem faltado”.

Em Pelotas, Westphalen disse ter se espantado sobre exames patológicos serem feitos em outro estado, Minas Gerais, diante de duas universidades e profissionais qualificados na região sul. “Pessoas morrem diante da falta de diagnóstico precoce para doenças” afirma ele. Nesse sentido ele questiona se falta dinheiro para o SUS ou, se os gestores não estão sabendo aplicar.

Assim, Westphalen divulga que será levado à Câmara dos Deputados para segunda votação, a PEC nº 391/17 sobre o aumento de 1% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) na área da saúde.