
Os produtores rurais gaúchos vivem tempos difíceis: quando não penalizados pelas condições climáticas, que afetam diretamente a produção, se veem diante de questões mercadológicas, com preços desvalorizados, abaixo de seus custos de produção. Nestes momentos, se cercar de uma consultoria e assessoria especializada em soluções para os seus negócios é um bom caminho. E é exatamente isso que a Real Agro faz, pois possui uma equipe especializada para ajudar seus clientes a alcançarem o sucesso nos negócios rurais.
“A empresa oferece consultoria em crédito rural e captação de recursos, gestão financeira, além de orientação e assistência técnica diretamente na produção, nas culturas do milho, soja e arroz”, explica o sócio-proprietário e diretor, engenheiro agrônomo Guilherme Levien. Segundo ele, a abrangência da empresa está focada basicamente no Rio Grande do Sul, e além de Pelotas, possui escritório também em Soledade, região do planalto rio-grandense.
Fundada há mais de 30 anos, pelo pai de Guilherme, Mário Levien, a empresa nasceu da necessidade de profissionais da área na época, de agrônomos especializados em crédito rural. À medida em que foi conquistando clientes nesta área, foi oferecendo outros serviços como topografia, licenciamento ambiental, laudos e outros, explica. “Assim que me formei agrônomo, entrei como sócio e acabamos montando um escritório de assistência técnica”, relata.
Hoje, grandes grupos familiares da Zona Sul são clientes da Real Agro, além de donos de indústrias e revenda, um número elevado de clientes ao longo destes anos de história e relação entre banco e cliente. “Acreditamos na região, que já mostrou excelentes potenciais produtivos só que é preciso focar em irrigação e solo, para que o produtor e o agronegócio consigam perpetuar e enraizar cada vez mais a agricultura”, diz.
O agrônomo avalia que o setor do agronegócio, principalmente no último ano, foi uma “pá de cal” para muitos, pois o setor vem de um ano pós enchente, em que houveram perdas elevadas, inclusive de faturamento. ”Em 2025, tivemos uma escassez de crédito e dificuldades, o que parou a engrenagem, e os produtores estão sofrendo muito para virar o ano”, observa. As perspectivas para 2026, porém, são de um ano produtivo.
A equipe do escritório é composta por seis agrônomos, mais quatro da parte administrativa. “Eu que componho a equipe dos agrônomos, sou responsável pelo crédito rural, formado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em 2013, e também no Câmpus Visconde da Graça (CAVG)”, relata. Segundo Levien, toda a sua família carrega uma história, desde os antepassados, voltada à agricultura.




