Pelotas: Câmara fará sessão extraordinária para votar projetos do executivo na quinta (25)

Líder do Governo Marcos Ferreira protocolando projetos. (Foto: Paulo Ferreira/TV Câmara)

O líder do Governo na Câmara Municipal, vereador Marcos Ferreira, Marcola (PTB) protocolou na manhã desta segunda-feira (22) três projetos encaminhados pela prefeita Paula Mascarenhas (PSDB) e que deverão ser analisados em uma sessão extraordinária convocada para a próxima quinta-feira (25), a partir das 8h30.

As Mensagens 04/2021 e 05/2021 tratam de quatro temas distintos: contratação de professores e funcionários para as escolas municipais; o fim das licenças prêmio; o fim do pagamento de adicional para professores que trabalham com crianças portadoras de necessidades especiais em salas de aula regulares e a venda do prédio onde hoje funciona a sede da CEEE.

“São três projetos importantes que o Executivo manda a casa para que possamos melhorar as condições da administração e os serviços prestados à população da cidade”, afirma Marcola. Os projetos já estão à disposição dos 21 vereadores para serem analisados e até às 9h de quarta-feira (24) poderão ser protocoladas emendas.

Contratações
A Prefeitura está pedindo à Câmara permissão para contratar 409 profissionais para a Secretaria de Educação e Desporto (SMED) pelo prazo de um ano com salários que variam entre R $1.100,00 e R $2.888,00. São vagas para professores, cuidadores, merendeiras, monitores, auxiliares de educação infantil, orientadores educacionais e secretários de escola.

“Essa contratação dará condições para que – quando for possível – se possa garantir o retorno das aulas presenciais com toda a segurança, pois é preciso mais pessoal para fazer os rodízios necessários”, explica Marcola.

Outros projetos
O fim das licenças prêmios, por sua vez, deverá ajudar a Prefeitura a economizar uma vez que Pelotas é atualmente o único município brasileiro que ainda paga este tipo de benefício. Na mesma linha de gerar economia, está a proposta de deixar de pagar o adicional para professores que trabalham em salas de aula regulares com alunos especiais.

Já a venda do prédio onde funciona a CEEE é vista como alternativa de abater parte significativa da dívida da cidade com a companhia, o que representaria economia e mais dinheiro em caixa.