Ecosul abre suas portas a instituições parceiras e mostra resultados

Centro de Controle Operacional monitora pontos de maior tráfego nas 24 horas (Foto: Luciara Schneid/JTR)

Há mais de 20 anos, a marca Ecosul está presente na vida dos moradores da Zona Sul, especialmente daqueles que transitam pelo Polo Rodoviário de Pelotas e que precisam transpor as suas praças de pedágio. Mas será que os usuários têm pleno conhecimento sobre as atividades e serviços prestados pela concessionária e o seu valor como organização junto às comunidades em que atua? Na última terça-feira (29), a equipe da Ecosul “abriu as portas” de suas unidades operacionais localizadas na região para mostrar o trabalho e os resultados obtidos ao longo destes anos.

Participaram representantes de organizações como OAB Pelotas, órgãos de segurança – Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Exército – e de imprensa. Os convidados ouviram palestras realizadas por representantes das áreas de engenharia, operações e comunicação, que apresentaram dados sobre tráfego, atendimento ao usuário, segurança viária, compromissos contratuais, sustentabilidade, responsabilidade social e outros.

A Ecosul é uma das 12 unidades de negócios do grupo Ecorodovias, um dos maiores grupos de infraestrutura do Brasil. Foi criada em 1998, para administrar o Polo Rodoviário de Pelotas, com 457,3 quilômetros de extensão e composto pelas rodovias BRs 116, entre Camaquã, Pelotas e Jaguarão, total de 260,5 quilômetros, e 392, extensão de 196,8 quilômetros nas cidades de Rio Grande, Pelotas e Santana da Boa Vista. A concessão do trecho é de 28 anos (até 2026) e sua operacionalização fiscalizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A concessionária contempla 14 cidades e possui cinco praças de pedágio, Capão Seco, Cristal, Glória, Pavão e Retiro, por onde circulam diariamente 32.259 veículos, 60% de passeio e o restante comerciais. Entre as inovações aos usuários, está a implantação do pagamento eletrônico no débito e desde junho deste ano, no cartão de crédito.

Em toda a extensão do polo, o Centro de Controle Operacional (CCO), localizado na base de Pelotas, funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, a fim de oferecer segurança e fluidez ao tráfego. Para isso, se utiliza da tecnologia de 14 câmeras localizadas em pontos estratégicos. Para atender os usuários, seja no atendimento médico ou mecânico, a concessionária dispõe de equipes de socorro, que são acionadas a partir do ponto mais próximo da ocorrência. Em 2019, já foram realizados 1.572 atendimentos médicos e mais de 7 mil atendimentos mecânicos gratuitos. Em 2019, foram registrados até 30 de setembro, 266 acidentes, com 23 mortos e 305 feridos, redução de 49% no número de acidentes e 29% no número de mortos e feridos desde o início da década.

Cinco equipes de inspeção de tráfego circulam nas 24 horas pelas estradas e mantém contato direto com o CCO. Estas equipes são treinadas para detectar e solucionar qualquer tipo de anormalidade nas estradas. Motoristas com problemas mecânicos podem acionar os guinchos que oferecem remoção até um ponto pré-
definido mais próximo, onde há infraestrutura básica, como telefone e sanitários.

Além de todos os serviços oferecidos, a Ecosul gera receita para os 14 municípios que abrangem o polo, através do Imposto Sobre Serviços (ISS), como por exemplo Cristal, em 2018 representou 64,8% desta receita, Arroio Grande, 63% e Santana da Boa Vista, 60,8%. Além disso, até 2018, foram gerados 3.740 empregos diretos e indiretos. O coordenador de comunicação institucional da concessionária, Johny Calegaro, apresentou as práticas adotadas pelo grupo e concessionárias em sintonia com os 17 itens dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas e que devem ser implementados por todos os países do mundo até 2030.

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