Jaguarão perdeu uma referência na cultura

Otávio Augusto Lima era conhecido pelo trabalho que desenvolvia no setor cultural (Foto: Divulgação)

Natural de Jaguarão, Otávio Augusto Lima tinha 63 anos e era conhecido na região pelo trabalho dedicado à cultura. Na última quarta-feira (10), ele perdeu a batalha contra a Covid-19.

Formado em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e pós-graduado em Teoria do Teatro Contemporâneo, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Lima atuou por 40 anos no ramo artístico, com inúmeros espetáculos realizados no estado.

Teve passagem por importantes companhias de danças, entre elas: Ballet de Pelotas, Dicleia Ferreira de Souza, Cia de Dança de Niteroi/RJ, Cia de Dança Lina Penteado e a Escola Nacional de Ballet na República de Cuba. Também, residiu um período na França e na Espanha, onde trabalhou na Cia Galindo, na cidade de Nantes (França).

Em Pelotas, criou o Centro Coreográfico do Teatro Sete de Abril, onde foi diretor por cinco anos. No município, estava desenvolvendo alguns projetos, sendo que um deles foi aprovado no edital Marcopolo, Arte Viva e tópicos invisíveis na Produção, entre outros.

Em Jaguarão, foi um grande contribuinte do carnaval, no confeccionava fantasias para as escolas de samba, rainhas de clubes e também realizava a decoração da avenida do Samba.

Lima deixou a mãe, de 92 anos, e uma família de seis irmãos, sobrinhos e sobrinhos-netos.

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