Além de dias mais longos, e de um período de transição para o verão, a primavera também pode vir acompanhada de um aumento na prevalência de alergias respiratórias.
Para tratar sobre o assunto, o especialista em alergia e imunologia, Dr. Alcino Alcântara Filho, esteve na sede do Jornal Tradição Regional. Ele aponta que nesse período há um aumento dos casos sintomáticos de rinites, que podem ser alérgicas, de ordem genética, ou irritativas. Ambas possuem os mesmos sintomas, espirro, obstrução nasal, coriza e coceira. O primeiro passo, portanto, seria realizar um teste, para diferenciar os dois tipos, com duração de 15 minutos.
São realizadas exposições com materiais como pelos de gato, cachorro e ovelha, ácaros, mofos, penas e pólens, que determinarão a alergia. “As alérgicas tem a vantagem de poder fazer uma vacina”, disse.
No caso das rinites não alérgicas é possível realizar um controle, como dos ambientes e dos agentes irritantes. Além disso, também há tratamentos farmacológicos e necessidade de alterações no estilo de vida.
Alergia ao pólen
Conforme o médico, na região, a maior preocupação é com as plantas anemófilas, como capim, aroeira, parreira, oliveira, azevém, que são polinizadas pelo vento e causam alergias. “O pólen que é alergizante não é o de flores vistosas, que são polinizadas por insetos”, afirmou.
Para mais informações, é possível entrar em contato com o Dr. Alcino Alcântara Filho, que possui clínicas em Pelotas, na rua Princesa Isabel, nº 280 – 805, telefone (53) 32252876, e em Rio Grande, na avenida Portugal, nº 213, telefone 3232-2372.




