Livro da Ecovias Sul resgata desafios e legado de quase três décadas de concessão

Miquéias Neuenfeld é diretor-superintendente da Ecovias Sul. (Foto: Paulo Rossi)

Registrando em páginas uma trajetória de quase três décadas, foi realizado na noite da última quarta-feira (4), no Rooftop Vanguarda, o lançamento do livro “Além do asfalto – Transformando caminhos, construindo legados”, da Ecovias Sul. A obra, que possuí mais de 235 páginas, terá distribuição gratuita e será destinada a órgãos públicos, entidades, escolas e bibliotecas.

Coletando fatos históricos desde o início de sua concessão, em 15 de julho de 1998, ainda sob o nome de Ecosul, o livro resgata muito dos bastidores das rodovias, identificando as mãos operantes em grandes eventos e compartilhando o impacto sustentável na Zona Sul.

Segundo o diretor-superintendente da Ecovias Sul, Miquéias Neuenfeld, a trajetória da concessionária se confunde com a própria consolidação desse modelo no país: “A gente percebe uma história importante, integrante até, que é uma história de desafio. Trinta anos atrás, entrar numa concessão duradoura como essa, com tanta repercussão, era algo completamente novo”.

A publicação evidencia que a atuação da Ecovias Sul sempre foi muito mais ampla do que a manutenção do pavimento e a operação de praças de pedágio. “Muitas pessoas ainda veem a concessionária apenas como pedágio, como a empresa que faz o asfalto. E, nesses 27 anos, fizemos muito mais do que isso”, destacou Neuenfeld.

Ao longo das páginas, a obra reúne relatos sobre ações sociais, investimentos em segurança viária, obras estruturais, iniciativas de inovação e sustentabilidade, além do apoio prestado às comunidades ao longo dos 457,3 quilômetros de rodovias sob concessão. Depoimentos de colaboradores e registros fotográficos históricos ajudam a ilustrar a presença constante da empresa, que, segundo dados, operou de forma ininterrupta por quase 10 mil dias, somando mais de 236 mil horas de atendimento aos usuários.

Livro da Ecovias Sul resgata desafios e legado de quase três décadas de concessão no Sul do Estado. (Foto: Paulo Rossi)

O livro também contextualiza a relação da sociedade com o pedágio, tema que ainda gera debates. Para o superintendente, trata-se de uma discussão que amadureceu com o tempo. “A gente sabe que o pedágio é visto como um bem e um mal necessário ao mesmo tempo. Quando começamos, em 1998, a população não conhecia esse modelo, e nem mesmo os investidores sabiam exatamente como ele funcionaria. Passados 27 anos, percebemos que é uma realidade necessária”, avaliou.

Coordenado pelo jornalista Ivan Rodrigues, com produção editorial da jornalista Suzy Resende Scarton, da Critério Editorial, e concepção assinada por Mateus Colombo Mendes, o livro será distribuído gratuitamente a órgãos públicos, entidades, escolas e bibliotecas. Mais do que um registro institucional, “Além do asfalto – Transformando caminhos, construindo legados” se propõe a preservar a memória de uma concessão que ajudou a transformar realidades, fortalecer a segurança viária e construir vínculos duradouros com a região Sul do Estado.