
*Com informações da Assessoria de Imprensa
A Prefeitura do Rio Grande apresentou, na manhã de quarta-feira (28), os detalhes da 51ª Festa de Iemanjá, em entrevista coletiva que reuniu representantes do Executivo municipal, da União Riograndina de Cultos Afro-Brasileiros (Urumi), da Defesa Civil, da Brigada Militar, das polícias Rodoviária Federal e Estadual e da Operação Golfinho. O foco do encontro foi a programação do evento e o planejamento das ações de segurança para a Caminhada da Fé e as atividades à beira-mar.
A coletiva ocorreu no Salão Nobre Deputado Carlos Santos, no Paço Municipal, com a presença da imprensa local e regional. O prefeito em exercício, Paulo Renato Gomes (PSB), o Renatinho, destacou a relevância da festa no calendário oficial do município e agradeceu o envolvimento das secretarias na organização.
“Estamos diante de dois eventos que fazem parte do calendário oficial do nosso município e que são também patrimônio cultural do Estado, que é a Festa de Iemanjá e a Caminhada da Fé. É uma alegria estar aqui tratando desta festa tão grandiosa, que gera emprego e renda, e que tem uma grande parceria entre a Prefeitura e a Urumi. As festividades reúnem milhares de pessoas oriundas de diversas partes do Estado, de Santa Catarina, do Uruguai e de tantas outras localidades, em um momento de fé, religiosidade e cultura. Quero parabenizar e agradecer a todas as secretarias envolvidas, à Defesa Civil e à Urumi pela organização do evento”, afirmou.
O secretário adjunto de Desenvolvimento, Inovação, Turismo e Economia do Mar, Edward Moraes, conhecido como Dado, ressaltou o impacto dos eventos religiosos no turismo e na economia local. Segundo ele, a gestão municipal mantém um diagnóstico permanente das atividades que integram o calendário da cidade. “Há um diagnóstico de acompanhamento de todos os eventos. Muitos são organizados por empresas, mas há uma estrutura e envolvimento disponibilizados por várias secretarias municipais, como as da Cultura e do Esporte, entre outras. Através do diagnóstico desses eventos, acompanhados pelo Observatório do Turismo, podemos planejar eventos futuros em 2027. Queremos avançar mais”, disse.
Representantes das forças de segurança municipais, estaduais e federais e da Defesa Civil detalharam os preparativos para garantir a segurança dos participantes. As orientações completas estão disponíveis em material específico divulgado pela organização.
Pontos de hidratação
De acordo com o secretário do Cassino, Miguel Satt, 20 terreiros estão confirmados no Campo do Praião. A expectativa é de que cerca de 180 mil pessoas circulem pelo Balneário Cassino durante as celebrações, sendo aproximadamente 30 mil participantes da Caminhada da Fé.
Segundo o secretário executivo da Defesa Civil, Anderson Montiel, o percurso contará com dez pontos de apoio e hidratação, o maior número já registrado na caminhada. Os locais que estarão abastecidos com água e frutas são o pórtico de entrada da cidade; a entrada da Furg, no estacionamento da loja Havan; em frente ao bairro Parque São Pedro; o CEU Pai Ogum Beiramar; o Centro Português; o Haras Potra Morena; em frente ao DB Placas Solares, o Parque Urbano do Bolaxa; na entrada do Cassino; e o Cootracam.




Graças à Urumi a gestão da SEC terá que levantar a bunda da cadeira. O bairro está atirado às traças. As vias tradicionais de acesso à praia são antecedidas de trechos esburacados, tal como o quem quer chegar à praia, vai até o final da Av.Rio Grande, entra à esquerda passando pela estátua de Yemanjá e a partir dali enfrenta uma quadra de buraqueira ( começando pelo desalinhamento entre a parte pavimentada com a de chão batido) e logo que entra à direita, em direção à praia, depara-se com pedregulhos “fura-pneus” até uns 150 mts antes da orla. É assim também quem prefere a rua do “riachinho” bem pavimentada até a Beira-Mar, mas logo que termina a pavimentaçso enfrenta em desalinhamento brutal para fazer a curva e ir em direção à orla. Ora, isso é um insulto para os que vem de fora já que os moradores já desistiram de se revoltar por tamanha gestão parasitária.
O Cassino não tem um banheiro público na sua Av. principal – palco de maioria dos eventos que ocorrem durante o verão. As pessoas recorrem aos anti-higienicos, fedorentos e aporcalhados “banheiros químicos” que também servem de esconderijos para atos sexuais recorrentes. Custam para o bolso dos contribuintes R$ 180,00/dia, CADA UM. Façam as contas e calculem se o dinheiro pago para essas porcarias espalhadas pelo balneário, durante 60 dias, e vejam se dá ou não para construir um local amplo e higienizado, com pelo menos 5 vagas para homens ( podendo , com um bom projeto, chegar à 10) e mulheres, com vigilância e limpeza de 1/2 em 1/2 hora por 24h/dia. Dá e sobra. O problema é que para um povo acomodado como o nosso, essas pocilgas disfarçadas de sanitários basta. A casa ano o Cassino anda para trás. Já não respeitam os moradores durante o inverno, e agora parece fazerem propositalmente que os nossos visitantes se irritem tamanho o descaso com eles em todos sentidos ( recolhimento de lixo com restos das sacolas espalhados pela frente das casas, folhas das árvores, areia nas calçadas, imundície a céu aberto na Avenida Rio Grande, valetas exalando mau cheiro, e por aí vai….)
Eu, como moradora há 45 anos, peço desculpas à todos que tiveram acesso à esse comentário ( se não censurar em, é claro) e que identificaram e foram afetados por estas falhas imperdoáveis da prefeita que nomeou uma pessoa tão incompetente para a gestão do meu querido Cassino. E pensar que a 60 km daqui parece estarmos num outro mundo. Dureza!