Fenadoce é uma grande oportunidade de negócios para quem vem de fora

Adriana Strasburg aposta na Fenadoce para aumentar as vendas e consolidar a marca. Já Silvania Agnolin tem garantido bons resultados na feira. (Foto: Lylian Santos/JTR)

Com uma expectativa de atrair mais de 300 mil visitantes em 19 dias de realização, a Fenadoce representa uma oportunidade de negócios para expositores de vários segmentos e de todo o Rio Grande do Sul.

É o caso de Silvania Agnolin, de Nova Bassano (RS), proprietária da Agroindústria Agnolin, que trabalha com produtos como salame, copa, bacon e linguiça campeira, e tem garantido bons resultados na Fenadoce. “Para nós, esta região é muito boa. As vendas são espetaculares”, disse.

Silvania considera a venda direta um diferencial da feira para valorizar os produtos. Entre os itens mais procurados do estande está a linguiça jiboia, do tipo campeira, cortada à faca e própria para assar.

Já Adriana Strasburg, da Paufer Bolsas, com fábrica instalada em Barão (RS) e loja física em Lajeado (RS), aposta na Fenadoce para aumentar as vendas e consolidar a marca. Presente pela segunda vez consecutiva no evento – após adquirir o empreendimento dos antigos proprietários, que já frequentavam a feira – ela projeta um faturamento de aproximadamente R$ 100 mil nesta edição.

Segundo a empresária, estar na Fenadoce além de garantir retorno financeiro, fortalece o relacionamento com os clientes. “Atendo aqui pessoas que já conheço de outras feiras e também faço novos contatos. Muitos compram comigo depois, em outras cidades”, afirmou.

Para Adriana, o grande diferencial da Fenadoce é a renovação constante do público. “O que eu acho interessante são as excursões e o público de todas as idades. E no fim da tarde o movimento cresce ainda mais”, disse.

Além das vendas diretas, a feira é uma vitrine importante para a marca, conforme Adriana, por isso a cada ano o plano é dobrar o investimento em estoques para o evento. A expositora reforça que o retorno na Fenadoce costuma superar outras exposições de menor porte. “Vale a pena participar. A cada ano, o resultado tem sido melhor”, diz.