*Com informações da Assessoria de Imprensa
As atividades do Junho de Debates e Ação Socioambiental tiveram continuidade na tarde de segunda-feira (15) com uma visita guiada à Área de Proteção Ambiental (APA) da Lagoa Verde. A iniciativa reuniu integrantes do Conselho Gestor da APA, representantes do poder público municipal, lideranças comunitárias e agricultores familiares para fortalecer a construção de uma rede de cooperação voltada ao desenvolvimento sustentável do ecoturismo na região.
A atividade teve início às 14h, com saída da sede da Secretaria de Município do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (SMMA), no Cassino. Os participantes realizaram um passeio de ônibus até o Parque Urbano do Bolaxa, área que integra a APA da Lagoa Verde.
De acordo com o secretário da SMMA, Antônio Soler, o encontro representa um momento inédito. “Hoje nós estamos aqui no Parque Urbano do Bolaxa vivendo um momento inédito na nossa história do ecoturismo, juntando várias secretarias, instituições e pessoas que participam do Conselho Gestor da APA para pensarmos e construirmos um processo coletivo voltado ao desenvolvimento do ecoturismo aqui na nossa região”, destaca.
Soler lembrou ainda que, em 2025, o governo municipal instituiu a Rede de Parques Municipais, integrando quatro áreas protegidas do município: o Parque Urbano do Bolaxa, o Parque Urbano Walter Macedo Fernandes, o Parque Urbano das Caturritas e o Parque Natural Municipal da Barra.
“A ideia é que a gente faça uma trilha e uma organização que permitam que as pessoas não só conheçam essas áreas, mas também aproveitem esses espaços e nos ajudem a protegê-los. São áreas fundamentais para a qualidade de vida e para o enfrentamento da emergência climática”, afirma.
A secretária-adjunta da SMMA, Daiane Marques, ressaltou que as ações desenvolvidas ao longo de junho têm buscado aproximar a comunidade das pautas ambientais.
“Nesse mês alusivo ao Dia do Meio Ambiente, a secretaria vem desenvolvendo uma série de atividades e visitas guiadas na APA da Lagoa Verde. Nosso intuito é fomentar o turismo ecológico, fortalecer a agricultura familiar e envolver as pessoas nesse processo”, explica.
Segundo ela, o objetivo é construir políticas públicas participativas que promovam o desenvolvimento aliado à preservação ambiental.
“A ideia é construirmos uma política que envolva a comunidade e que traga benefícios socioambientais, preservando as nossas áreas úmidas, os banhados e a conservação das espécies, mas sobretudo, incluindo as pessoas nesse processo”, destaca.
Daiane enfatizou ainda a importância da conscientização ambiental diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas.
“O projeto ajuda a conscientizar a comunidade para este momento de emergência climática e compreender o quanto é fundamental preservarmos as espécies e os ambientes para a proteção da sociedade”, conclui.




