Política de antigamente

Tempos em que existiam os chamados “currais”, os eleitores eram levados até a boca de urna para não haver engano na hora. Os chamados “coronéis” conferiam a autenticidade do voto, havia churrascadas, era uma festa. Não tão festa assim, mas era. Sabia-se o resultado. Hoje tem a urna eletrônica, mas tem os hackers e sabemos que garantia é quase fictícia. Votamos com o pé atrás porque sabemos que eles invadem qualquer sistema. Como sabemos que no nosso país vale tudo e punição é “zero”, fica como dizia Tio Gerson Pires: “Vota, votemo, mas não sabemo”.

Pré-gatiado – famoso
Dejalma Antunes, popular pré-gatiado porque assim chamava o cheque pré-datado, era folclórico nas suas tiradas e dizia: “A galaria tá afiando as unhas pra enterra no rinhadeiro. O problema é acerta o puaço”. Se erra tá gardido. Pois é…

Promessa porreta
Outro prometeu uma ponte pro seu distrito, alguém lembrou que não havia rio por lá. De pronto, contra-atacou: “Ageitemo uma sanga”. Ligeirito, no mas. E assim vai o Brasil.

Foto de uma reunião política do líder da época – seu “Noquinha”

Foto: Arquivo Pessoal

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