
Em menos de um ano, as BRs 392 e 116 estarão sob a administração de uma nova concessionária na região sul do Estado. Após constantes reinvindicações sobre a redução da tarifa e investimentos nos gargalos do Polo Rodoviário de Pelotas, a Agência Nacional de Transporte e Trânsito (ANTT) decidiu não prorrogar o contrato com a Ecovias Sul, antiga Ecosul, e a partir de 3 de março de 2026 uma nova empresa, com um modelo diferente de regime de concessão, deve assumir os pedágios.
A expectativa é que a mudança traga uma redução significativa da tarifa, hoje considerada a mais cara do país, custando R$ 19,60 para veículos leves, e investimentos mais robustos para solucionar problemas nas rodovias. No entanto, até a definição sobre o futuro do Polo Rodoviário de Pelotas, há uma série de etapas que devem ser cumpridas. Segundo Fabiano Medeiros, diretor superintendente da Ecovias Sul, o processo licitatório para um novo contrato pode levar de 2 a 3 anos, porém, como falta menos de 12 meses para o término da atual concessão, o curto prazo pode acarretar em algumas complicações aos usuários das rodovias.
O Polo Rodoviário de Pelotas totaliza 457,3 quilômetros de extensão e é considerado estratégico para a Região Sul por conta do acesso ao Porto de Rio Grande. Desde 1998, é administrado pela empresa Ecovias Sul e seu último contrato foi atualizado no ano 2000. De acordo com Viviane Esse, secretária Nacional de Transporte Rodoviário, a principal novidade do novo modelo de contrato deverá ser a gestão por incentivo, que condiciona o aumento do pedágio à entrega de obras e ao valor dos investimentos. Também poderá ser implantado desconto para usuários frequentes e diz que a tendência é de tarifas mais baixas, em decorrência dos portais free flow.
Durante a coletiva de imprensa realizada na manhã de quarta-feira (12), na sede da Associação Comercial de Pelotas (ACP), a concessionária apresentou um levantamento de dados sobre os 27 anos de atuação na região sul do Estado, entre eles o impacto social da saída da empresa, no qual 640 empregos diretos serão encerrados e quase 5 mil empregos indiretos afetados, além do fim imediato do socorro médico na rodovia, um impacto em 11 municípios da região. Medeiros afirma que apesar de ser trabalhoso manter uma grande equipe engajada, tendo em vista a proximidade do término do contrato, a Ecovias Sul está buscando cada vez mais a valorização dos colaboradores e sua contribuição para a infraestrutura rodoviária nacional.
“Nós estamos pensando em projetos para capacitar os nossos colaboradores a trabalharem em outras demandas que a região tem. A gente tem conversado, inclusive, com a Associação Comercial de Pelotas para nos ajudar a mapear quais são as principais demandas da cidade e da região para poder treinar nossos colaboradores a estarem aptos a trabalharem nesses locais. Mas o que a gente realmente espera e estamos na expectativa, eu como técnico do setor, executivo da área, morador de Pelotas e cidadão, é que tenha continuidade na concessão, porque daí sim, essa mão de obra que hoje é muito qualificada vai continuar trabalhando em concessão de rodovia”, comentou o diretor superintendente.
Medeiros afirma ainda que a empresa prestará serviços até o último dia e caso a ANTT ainda não tenha finalizado o processo de uma nova concessão, a agência terá duas opções: o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), junto ao governo, irá assumir provisoriamente a gestão das rodovias e não terá cobrança de pedágio, mas com defasagem nos serviços, ou o contrato com a concessionaria pode ser prorrogado em até dois anos. Nesta alternativa, a Ecovias Sul poderia ou não manter os mesmos serviços, a depender do que o governo irá propor e com um novo valor de tarifa. No caso de prorrogação do contrato em um ano, o valor poderia baixar para cerca de R$ 8, mantenho os mesmos serviços, contudo, sem novas obras.




Blá blá blá pra não perder a teta,nunca nesse período precisei da ajuda da concessionária,se não fossem tão gananciosos,pra não dizer outra coisa, poderiam ficar prestando o serviço, vocês são bons é de papo e com certeza essa matéria é paga, mundo capitalista nojento
Com a quantidade de empregos que a região tem é até patético, umas merdas de umas cidades ainda culpam o pedágio são mais de 5 mil pessoas que trabalham envolvidos nisso mas como se diz cada um olha seu umbigo, se tivesse emprego ainda nessas cidades não dizia nada vão só tirar o pão de cada dia de um monte de pessoas.
A exploração das rodovias do polo Pelotas é um negócio tão bom que a concessionária tenta de todas as formas não largar o osso…
E simples de resolver ,coloca o serviço na responsabilidade do estado cobra 5 reais carro e 10 caminhão e o dinheiro paga a manutenção toda e sobra dinheiro!!!!
Alguns perderão seus empregos, e novos serão contratados. Por 27 anos deixaram as rodovias um bagaço, cobrando absurdos. Só posso dizer: foram tarde.
O maior valor de pedágio no Brasil. Isto basta para dizer que fora da manutenção precária das estradas, o motivo principal foi botar muito dinheiro no bolso. Chega!! 27 anos já foi o suficiente. Procurem outra atividade.
É um absurdo o valor do pedágio, o mais caro.Nao sei porquê em vez de pedágios não colocaram quebra mola no lugar o efeito é o mesmo, mas não querem recadar mais dinheiro para o estado.Fica a pergunta para onde vai tanto dinheiro que pagamos em impostos???
Tem que tirar está consecao ou vamos quebrar o sul do estado e principalmente o porto de Rio Grande, pagasse muito caro para ter uma péssima rodovia são jardineiros e não sabem de rodovia a não ser cortar o mato.
No meu entendimento o pedágio mais caro do país nestes 25 anos só trouxe retrocessos à cidade, com debandada de empresas grandes que dependem de transporte rodoviário para seus insumos e produtos finais. Esses 640 empregos diretos alegados, se não fosse este pedágio absurdamente caro, poderiam ter gerado no minimo 6.400 empregos com as empresas que debandaram ou que deixaram de se instalar na cidade. Isso sem falar nos impostos que deixaram de ser gerados. Esta concessionária já vai embora muito tarde.
O fim da concessão terá impactos: sim!!!
DEIXAREMOS DE SER EXPLORADOS!!!!!
Já vão tarde!!!!
Impactos na região entenda-se em Pelotas.
Todos funcionários devem ser de lá, mesmo trabalhando dentro do município de Rio Grande, no caso na praça de Capão Seco.
Essa concessionária nunca deu nada para Rio Grande.
Hoje estamos na iminência de termos a concorrência de outro porto muito por causa dos pedágios com valores absurdos por anos a fio, o que encareceu os fretes das mercadorias escoadas pelo porto de Rio Grande.
bando de sanguessugas, não querem largar a teta de jeito nenhum.
vão criar vergonha.
já vão tarde.
Não quer largar a teta e da uma entrevista ridícula dessa! Que nunca mais voltem, sanguessugas
Gasto de pedágio pra ir de Pelotas a Cassino praticamente 40,00. Gasolina pra ir, passear e voltar a Pelotas 70,00 Não é normal!
Esses são verdadeiros troncos de enchente…só atrapalham o desenvolvimento da região. Que venha outra com valor justo.
Pelo valor que se paga , as estradas estão péssimas. E não tem como sair de pelotas sem essa facada.
Depois de cobrar dos usuários por anos uma tarifa absurdamente cara, na região mais pobre do Estado, agora eles acham um jeitinho de baixar a tarifa com medo de perder a chave do cofre. Tchau, já vão tarde.
Governo Britto vendeu a estrada para parentes, galinha de ovos de ouro da Ecovias, estão pouco se lixando se tudo encareceu aqui na região sul, nos deixamos por falta de união e pressão, éramos pra ter quebrado tudo, tô contando os dias para que acabe, já os funcionários, terá outra concessionária mais justa, para o usuário e emprego para os que ali trabalharam.
Agora falam em baixar para 8,00? Ainda seria caro, vcs sabem os preços dos pedágios por todo Brasil malandros. Obras quem faz é o governo federal pilantras. Fora daqui ladrões.
Pode acarretar em algumas complicações aos usuários das rodovias?
Olha o tipo de reparo no asfalto que estão fazendo!
Cheio de irregularidades, péssima qualidade. Veículo mais baixo arrasta nos calombos