Cerrito garante novo poço artesiano e é o único município da Zona Sul contemplado pelo Estado

Além das obras, os convênios incluem estudos técnicos, testes de vazão, análises de potabilidade e implantação das estruturas de distribuição de água. (Foto: Divulgação)

Cerrito foi o único município da Zona Sul contemplado na nova etapa do Programa Mais Água RS, lançada na quinta-feira (28) pelo governo do Estado em Porto Alegre. O convênio prevê investimento de cerca de R$ 100 mil para perfuração de um poço artesiano na localidade do Catimbau, no interior do município, ampliando o abastecimento de água para famílias da região.

A assinatura contou com a presença do prefeito Flavinho Vieira (PP), do vice-prefeito Wagner Tessmer (PL) e do secretário de Planejamento e Gestão, Douglas Silveira. O programa estadual é voltado à ampliação da infraestrutura hídrica em municípios que enfrentam dificuldades de abastecimento, especialmente em áreas rurais.

Nesta etapa, o governo gaúcho anunciou R$ 7,8 milhões em recursos do Fundo de Recursos Hídricos do Estado para perfuração de poços tubulares profundos em diferentes regiões. Além das obras, os convênios incluem estudos técnicos, testes de vazão, análises de potabilidade e implantação das estruturas de distribuição de água.

O investimento chega em meio à preocupação crescente com a situação hídrica no interior do município. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, comunidades rurais ainda enfrentam períodos de instabilidade no abastecimento, cenário que preocupa diante da possibilidade de novos eventos climáticos extremos.

Durante o ato, o prefeito Flavinho Vieira afirmou que o recurso representa mais um passo para reduzir problemas históricos enfrentados por moradores do interior. Segundo ele, a ampliação da rede de abastecimento é considerada estratégica para garantir segurança hídrica às famílias e minimizar impactos causados pela estiagem.

A prefeitura também destacou o trabalho das equipes técnicas na busca por recursos estaduais e projetos voltados à melhoria da infraestrutura rural.

A expectativa do Executivo é de que o novo sistema ajude a reduzir a dependência de abastecimento emergencial em períodos de seca e amplie o acesso à água potável nas localidades atendidas.