O Rio Grande do Sul manteve os indicadores criminais em queda no penúltimo mês do ano. Conforme dados do Observatório Estadual da Segurança Pública, novembro apresentou queda de 32% nos crimes violentos letais e intencionais (CVLI), na comparação ao mesmo período de 2024. Antes, eram 143 ocorrências. Agora, reduziu-se para 97 registros.
Já os homicídios, que já foram 117, agora caíram para 82, representando uma redução de 30% em relação a novembro de 2024. Por fim, os feminicídios diminuíram 50%, recuando de 10 para cinco casos.
De acordo com o governador Eduardo Leite (PSD), a área da segurança pública é uma das prioridades do governo, e que vem ganhando reconhecimento no cenário nacional. “Recentemente, a segurança pública gaúcha ficou no top 3 do Ranking de Competitividade dos Estados de 2025”, relembra o chefe do executivo estadual.
Uma marca histórica
Pelo segundo mês consecutivo, o Estado registrou o menor número de ocorrências em estabelecimentos comerciais desde o início da série histórica. Em novembro de 2025 foram 235 casos, contra 376 do mesmo período do ano anterior (-38%). Nos crimes patrimoniais, vale destacar também a retração de 38% nos roubos de veículos (de 220 para 136) e de 23% nos roubos a pedestre (1.106 para 854).
No campo, os abigeatos caíram de 257 para 237 (-8%). Os delitos em transporte coletivo tiveram redução de 13% (de 16 para 14 casos). Por fim, as ocorrências bancárias passaram de uma para três. Contudo, no acumulado do ano, este tipo de crime registra queda de 21% (de 24 para 19).
“No último mês, o governo do Estado entregou mais de 100 milhões em viaturas semiblindadas para a segurança pública. Esse investimento contínuo proporciona condições de trabalho ainda melhores para homens e mulheres que compõem as fileiras das nossas polícias e reflete na queda da criminalidade. Vamos continuar trabalhando, buscando novas estratégias para que a população gaúcha continue protegida e para que possamos fechar 2025 com indicadores de segurança ainda melhores”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Mário Ikeda.




