E aí, resolve?

Jotace, colunista e contador de causos.

Estou na área recordando velhos carnavais, com a nossa Rita de Rainha fazendo chover no molhado, e uma felicidade que me acompanha mundo afora. Sempre fui feliz e continuo sendo, não choro mágoas passadas, não faço de um tombo motivo pra ficar no chão. Levanto, aprumo a genitália, engulo a poeira com um largo trago de canha e, se facilitar, me vou as gurias gastar a sola das botas. Mas que balaca!

Esse texto é um desabafo sobre o que estou passando, é difícil, mas estou na peleia pela família e pelos netos, que hoje são minha alegria e me encorajam.

Nessa coluna vou abrir com a Barranca de Rio, hoje com ele: Juarez Sampaio. Pescador de barranca, bueno de boia na caçarola e fogo de chão, assador com tempero na ponta dos dedos. Além de apicultor, com suas colmeias na famosa Toca da Onça Coxilha dos Piegas, também é aposentado da Policia Militar, onde prestou relevantes serviços!

(Foto: Arquivo Pessoal)

Outro assunto que quero falar é da Lei Maria da Penha. Uma lei que chegou pra resolver o morticínio das mulheres, mas de praticidade nula. E o que parece engraçado, se não fosse trágico, é a frequência com que elas são assassinadas, tanto em casa como no trabalho. Te pergunto onde estava quem devia dar a propalada segurança? E digo mais: quanto mais medida protetiva mais aumenta o ódio! E aí entra o machismo e o celular… Meu último aviso é para não deixar mensagens gravadas no aparelho, porque na dúvida, vai acontecer a conferência e está pronto o furdunço. É só um aviso, mas de amigo!