Oito mulheres e um homem estão na corrida eleitoral para tentar uma das cinco vagas para o Conselho Tutelar de Piratini.
Eles foram os candidatos que tiveram êxito na prova realizada e 30 de junho e que testou conhecimentos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e também sobre legislação que rege o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (Comdica).
Em campanha, os candidatos estão obrigados a obedecer a uma série de regras contidas na recomendação do Ministério Público, não podendo utilizar-se de cartazes, faixas, outdoors, anúncios luminosos e impressos que contenham fotografias,ou por quaisquer meio que prejudique a higiene e a estética urbana ou ainda contravenha as posturas municipais, bem como está vedada também a utilização de carro som ou maneiras de publicidade que prejudiquem o sossego público por sinais acústicos.
Comitês, comícios, showmícios e propaganda em rádios, televisão e jornal não são permitidos, bem como o transporte de eleitores entre outras proibições, que caso não sejam respeitadas, poderão ser responsáveis inclusive pela perda do direito de continuar na disputa.
Diante de tantas restrições, os selecionados para o pleito terão que se valer do corpo a corpo e do clássico “santinho”, que poderá conter somente o nome e o número do candidato, estando a foto, portanto, proibida.
Estão na briga pelo cargo – que tem mandato de quatro anos e e rendimento mensal de um salário mínimo, atualmente R$ 998,00 – Marisa Motta e Marisa Espíndola de Moraes, que tentam a reeleição, Marizete de Oliveira Dávila e Anita Veleda, que já ocuparam o cargo em outras gestões, e ainda Marilene Postal, Bruna Ferreira Gomes, Nilsa Silva, Rodrigo Alves Vieira e Lidiane Pinheiro.




