
Representando um marco para a saúde de Pelotas e da Região Sul, o Hospital Piltcher celebrou, na manhã de segunda-feira (21), a chegada do mais novo equipamento: o robô cirúrgico Da Vinci, da Strattner. O equipamento médico simboliza não apenas o avanço da tecnologia, mas também o comprometimento da administração do Hospital em levar tratamentos de alta qualidade aos seus pacientes.
“É uma tecnologia para o hospital, que sempre teve como meta na história dele trazer o que há de melhor para os pacientes, para a Região Sul e para os médicos, uma conquista”, enfatiza Maira Piltcher, ginecologista, obstetra e diretora-geral do Hospital.
Sendo a primeira instituição de saúde da região a contar com o equipamento, entre as cirurgias que podem operar utilizando a máquina estão: cirurgia de próstata, cirurgia geral e digestiva, cirurgia oncológica, cirurgia bariátrica, cirurgia ginecológica, cirurgia digestiva, entre outras.
“É a tecnologia cirúrgica mais avançada que tem. No mundo inteiro ela vem sendo usada, por todos os benefícios que traz, como maior segurança na cirurgia, uma acurácia cirúrgica que reduz sangramentos, riscos de complicações, e é minimamente invasiva”, destacou o Dr. Rodrigo Piltcher, diretor técnico do hospital e diretor da cirurgia robótica.
Dentre os benefícios proporcionados pelas operações realizadas com o robô, por sua natureza minimamente invasiva, é garantida ao paciente alta precoce e redução no tempo de internação após a cirurgia.
Os médicos ainda comentam que a primeira operação a ser realizada por meio de Da Vinci está prevista para acontecer entre a primeira e a segunda semana de novembro. “A engenharia se envolveu com todos os pré-requisitos de infraestrutura necessária para receber um equipamento deste nível, deste porte, então, não é somente o robô que está vindo para o hospital e trazendo benefícios para os pacientes. Existe toda uma estrutura de sala cirúrgica, uma estrutura de central de materiais de esterilização, que é específica para isso, para garantir que os procedimentos ocorram da melhor forma e que os pacientes consigam ter a devida recuperação”, ressalta Henrique Sedrez, engenheiro clínico do Hospital.



