
A Prefeitura de Pelotas deu continuidade aos serviços de qualificação do sistema de desobstrução e drenagem. Desde a tarde de segunda-feira (28), as equipes coordenadas pelo Departamento de Drenagem Urbana da Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura (Ssui) estão na rua com serviços de limpeza de valetas, instalação de nova tubulação, bueiros e caixas coletoras, bueiros, correção e alinhamento de rede.
Na manhã de terça-feira, a Ssui retomou o serviço que vem sendo feito no Sítio Floresta praticamente desde o início da gestão. As equipes do programa de Mão de Obra Prisional (MOP) realizaram, também, a limpeza de valetas e colocação de nova tubulação, além da confecção de caixas coletoras.
“No Sítio temos o objetivo de assegurar que todo canal da rua Quatro esteja com tubos de no mínimo 60 centímetros de diâmetro, já encontramos tubulação com canos de um metro de diâmetro e, na mesma ligação, tubos de 40 centímetros [diâmetro], fazendo com que tudo que é coletado transborde e alague a pista a ponto de impedir o trânsito até de veículos com tração”, disse o secretário Mateus Consen. Conforme ele, outros pontos nas mesmas condições precárias já foram identificados pelas equipes da Ssui e alguns até já foram solucionados.
A intervenção no Sítio Floresta na terça-feira também teve apoio do Sanep, cujas equipes colocaram dois novos bueiros na rede sem que o abastecimento de água sofresse interrupção.
Na Sanga Funda, teve sequência o trabalho de drenagem e desobstrução que teve início desde o mutirão de limpeza e patrolamento de ruas da semana passada. O foco foi trabalho manual na avenida Zeferino Costa, com apoio de ferramentas como enxada, pá, garfo e roçadeira. Mas as equipes estiveram na avenida, trabalhando na drenagem, com utilização de duas retroescavadeiras e cinco caçambas.
“Nessa região da Zeferino as águas escoam pela Sanga Funda e como as valetas ao lado da pista estavam com muito sedimentos, ocorre graves alagamentos, que transbordam na pista, destruindo a pavimentação e impedindo deslocamentos”, explicou o diretor de Drenagem Urbana da Ssui, Thiago Andrades. Os problemas não terminam aí. Segundo Andrades, as águas invadem as casas mais precárias, provocando riscos à saúde dos moradores, entre eles idosos e crianças, obrigados a conviver diretamente com esgoto pluvial e cloacal.



