Pelotas registra maior crescimento de receita da região sul do Brasil

Reunião quinzenal entre o Executivo e a Secretaria da Fazenda. (Foto: Gustavo Vara)

Na comparação com capitais e outras cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, Pelotas ficou em primeiro lugar no ranking de crescimento de receita entre os anos de 2017 e 2021. O levantamento dos dados, realizado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), apresenta os indicadores de desempenho total dos municípios, resultados que compõem o Relatório Anual Multicidades.

Sem considerar os índices da Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (Cosip), o Município alcançou uma variação positiva de 5,6%, enquanto grandes capitais, como Curitiba e Florianópolis, registraram índices na casa de 2%.

A prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas (PSDB), destacou que a conquista representa o trabalho coletivo da Prefeitura. “Essa colocação de Pelotas em primeiro lugar, fala muito sobre o esforço na busca de um melhor desempenho da nossa receita. É um reconhecimento importante, justamente para permitir que os serviços e as obras públicas possam acontecer, assegurando mais eficiência nas entregas para a população sem o aumento de tributos. A inteligência fiscal e o trabalho coletivo, especialmente da Secretaria Municipal da Fazenda (SMF), merecem todo reconhecimento por mais esse avanço”, afirmou a chefe do Executivo.

O titular da SMF, Jairo Dutra, comemorou o resultado. “Pelotas registrou o maior crescimento de receita sem aumentar os tributos. Esse dado é um resultado direto do nosso trabalho. Cobramos melhor, com mais competência e eficiência fiscal”, destacou o gestor.

O Relatório Anual Multicidades atua como um instrumento de transparência e divulgação das contas públicas, apresentando os motivos que afetam a arrecadação e os ganhos dos principais tributos municipais.

O material traz ainda dados do desempenho de tributos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

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