
Em alusão à Semana do Patrimônio Imaterial Doceiro de Morro Redondo, produtores, famílias tradicionais de doceiros, comunidade acadêmica e instituições irão discutir pelo terceiro ano consecutivo a legitimidade e a importância da cultura doceira no que diz respeito a sua relevância histórica e também a importância econômica da atividade que fez o município se tornar reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio imaterial do Brasil através da tradição doceira.
O encontro será realizado no dia 6 de julho e nasceu após a aprovação da Lei Municipal de autoria da vereadora Letícia Santos (PSDB), em um estudo feito em parceria com a extensionista da Emater de Morro Redondo, Adriane Lobo, o antropólogo Daniel Vaz, e a vice-prefeita Angélica Boettge dos Santos (PSDB), que articulou as ações junto ao Iphan, em 2018.
Para Adriane, o seminário tem a importância de manter a tradição viva, relembrando histórias e trazendo as inovações que acontecem no tempo: “O patrimônio é algo vivo, então, precisamos estar sempre conversando sobre ele para que se mantenha aceso na comunidade”, comentou.
Já a vereadora Letícia destaca que o encontro é um momento muito importante e especial não só para os doceiros do município, mas para todos que atuam e defendem a manutenção da atividade doceira para a conservação não apenas do patrimônio como também da vida econômica e social de tantas famílias que durante muito tempo tiraram seu sustento dessa cultura.
O seminário é aberto ao público e será realizado no Centro Cultural de Eventos Valdino Krause, a partir das 9h. Informações podem ser obtidas através do WhatsApp (53) 98479-3605 ou (53) 98141-4971.



