Jaguarão recebe 1º Festival Internacional de Palhaçaria do Mar de Dentro

Evento reuniu artistas do Brasil e de outros países, promovendo apresentações, oficinas e ações culturais voltadas à comunidade. (Foto: Divulgação)

O Theatro Esperança recebeu, na terça (25) e quarta-feira (26), 1º Festival Internacional de Palhaçaria do Mar de Dentro (FIPAHM). O evento reuniu artistas do Brasil e de outros países, promovendo apresentações, oficinas e ações culturais voltadas à comunidade com entrada gratuita.

Durante os dois dias, o público acompanhou os espetáculos “O Chapéu de Tamborim” (Circo Tamborim), “Petit Palhaço” (Cia Teatro do Sol – Palhaços Bolacha e Lori Nelson) e “La Vida Breve” (Cia Los Estupendos Estúpidos – Palhaço Goiaba, interpretado por Alexandre Coelho).

Segundo os organizadores, o festival buscou valorizar a arte do riso e promover o intercâmbio cultural no território banhado pelo Mar de Dentro. “O 1º Festival Internacional de Palhaçaria do Mar de Dentro surge para celebrar a arte do riso, o encontro entre culturas e a força transformadora da palhaçaria no território da região sul do Rio Grande do Sul”, afirmou Coelho.

Além da programação no Theatro Esperança, a equipe do festival realizou, na manhã de quarta-feira, uma ação especial na Santa Casa de Caridade de Jaguarão, levando alegria e afeto aos pacientes internados.

Sobre o festival
O 1° FIPAHM surge para celebrar a arte do riso, o encontro entre culturas e a força transformadora da palhaçaria no território da região sul do Rio Grande do Sul.
Em sua primeira edição, o FIPAHM apresenta espetáculos de rua e de palco, intervenções cômicas, cortejos, oficinas formativas e rodas de conversa que fortalecem a circulação da arte clown e aproximam a comunidade da produção cultural contemporânea. O festival valoriza tanto a tradição quanto as novas linguagens da palhaçaria, criando conexões entre artistas locais, nacionais e internacionais.

A programação contemplou apresentações em espaços públicos, escolas, centros culturais e pontos de grande circulação, reforçando o caráter democrático do festival. Além disso, o FIPAHM promove intercâmbios artísticos com a presença de um convidado internacional e palhaços de diferentes regiões do estado, ampliando o diálogo estético e a pluralidade de estilos.

O FIPAHM propõe um encontro entre território, memória, riso e afeto. A iniciativa buscou não apenas difundir a palhaçaria, mas também gerar formação, estimular novos públicos e ocupar a rua como espaço de arte e convivência.