Canguçu: Do sonho de infância à primeira habilitação

Lisandro Stoelben Rodrigues sempre teve o desejo de dirigir e realizou o sonho após obter a Carteira Nacional de Habilitação. (Foto: Liziane Stoelben Rodrigues/JTR)

O estudante de contabilidade, Lisandro Stoelben Rodrigues, contava os dias para completar 18 anos e poder dar início no processo de aprendizado no Centro de Formação de Condutores de Canguçu (CFC). Desde criança, ser motorista era seu sonho. Ainda enquanto estudante, atuou como estagiário e realizou serviços diversos para comprar seu primeiro veículo.

Após a aprovação em todas as avaliações da autoescola, o jovem buscou praticar o dia a dia de motorista. Trabalhou como profissional na área, mas acabou mudando de profissão e deixando a prática para o lazer. Hoje, com 19 anos, ele já conseguiu adquirir dois veículos, uma motocicleta e um carro, os quais utiliza tanto para se locomover até o trabalho quanto para passear.

O estudante aproveita os finais de semana para poder sair, mas com muita cautela, porque ainda está em busca da carteira definitiva, que é dada ao condutor após o primeiro ano da primeira habilitação. O jovem conta que sempre sonhou em conquistar sua liberdade para poder viajar pelo mundo da forma correta. “Acho importante ter a carteira para estar dentro da lei e viajar sem preocupações. No CFC, aprendi a me aperfeiçoar como motorista e respeitar o trânsito como pede a legislação”, diz.

O motorista também sempre foi apaixonado por motos. Ainda pequeno, costumava pesquisar sobre o manuseio do veículo de duas rodas.

“Ter a habilitação foi uma das maiores realizações que já tive. Esperava por isso desde criança, agora, posso desfrutar de viagens e passeios com a família, mas desta vez, sendo o condutor”, comemora.

Ele também demonstra atenção aos cuidados e as sinalizações. “Hoje em dia, com a carteira, fico muito atento ao que aprendi na minha formação. Estou sempre olhando as placas, cuido da manutenção do carro antes de sair, porque o objetivo é sempre ter uma viagem segura”, afirma, e complementa: “se cada um de nós fizer a sua parte, acho que o trânsito fica melhor”, destaca.