
s secretarias municipais de Saúde, da Cidadania e Ação Social, de Educação e de Mobilidade, Acessibilidade e Segurança e Mobilidade apresentaram na manhã de segunda-feira (31), o projeto piloto “Rede Família Riograndina” para organizações e instituições cívicas voluntárias como a Diocese, associações religiosas, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), SESI e Instituto Federal (IF).
Segundo a titular da Saúde, Zelionara Branco, o projeto tem como objetivo resgatar a essência das ações municipais voltadas para a população mais vulnerável, através de ações que oportunizem a elas uma chance de sair da situação de vulnerabilidade.
A secretária explica que o projeto, inicialmente, será aplicado na área atendida pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Dra. Lúcia Nader, como os bairros São João, São Miguel, Profilurb I e Vila Recreio. “Buscamos trabalhar com essas famílias vulneráveis, baseando-se em indicadores sociais, de educação, de saúde e de segurança. Com isso, saberemos quais famílias dar prioridade e quais ações precisam ser desenvolvidas, a fim de mudar a realidade destas pessoas”, relata.
Zelionara comenta ainda que, após esta primeira discussão do projeto com a sociedade civil, a previsão é de que até o final de novembro sejam apresentados os primeiros diagnósticos e, a partir disso, sejam desenvolvidas as ações específicas em cada território.
De acordo com o prefeito Fábio Branco (MDB), o projeto busca ter uma visão integrada, para que a sociedade, de maneira organizada, possa atuar nas famílias que precisam de auxílio. “Por conta das desestruturações das famílias e pela falta de oportunidades, estamos colhendo indicadores negativos para a cidade. Com isso, o projeto surge para proporcionar uma melhor qualidade de vida para estas pessoas em vulnerabilidade e mostrar, em conjunto com a Sociedade Civil, que o poder público existe de fato”, afirma.



