Maneco Hassen (PT) lança pré-candidatura a deputado estadual na região

Na foto, o ex-prefeito de Santana da Boa Vista, Ito Freitas, o pré-candidato a deputado estadual, Maneco Hassen, e o ex-prefeito de Capão do Leão, Mauro Nolasco. (Foto: Rafaela Dutra/JTR)

Na quinta-feira (17), o ex-prefeito de Taquari e ex-presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Emanuel Hassen, o Maneco, realizou visitas a municípios da Zona Sul para falar sobre a sua pré-candidatura a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhados (PT).

Advogado por profissão e com experiência de dois mandatos no Executivo municipal, Hassen acredita que as experiências podem contribuir para um possível mandato coletivo, marcado pela renovação. “Somar essa experiência a vontade de trabalhar e também com a necessidade que a gente enxerga de renovação, não só de idade mas uma renovação também de pauta e postura porque na nossa opinião, a política precisa continuar avançando”, afirma.

Entre as propostas, além da modernização do Rio Grande do Sul está a recuperação da capacidade do Estado de se desenvolver econômica e socialmente. “Modernizar o Estado para ele poder dar um resultado mais efetivo para a população’’, disse.

Sobre as privatizações, ele acredita que funções fundamentais para o dia a dia da população, como o fornecimento de água e energia elétrica, tem que estar na mão do Estado. “É fácil fazer uma boa gestão vendendo a parte ruim, porque aí não precisa arrumar” declarou.

Além da região do Vale do Taquari, o político tem como foco a região Carbonífera e a região Sul. O pré-candidato aponta que realizou as visitas para expor seus objetivos de campanha. Esteve acompanhado de seu assessor, Márcio Silva, e os companheiros de partido e apoiadores da região: o ex-prefeito do Capão do Leão, Mauro Nolasco e o ex-prefeito de Santana da Boa Vista, Ito Freitas.

Hassen destaca que o envolvimento da população de modo geral com a política é essencial para que mudanças aconteçam. De acordo com ele, o período recente mostra que não existem “salvadores da pátria” e o não envolvimento da população com a política faz com que pessoas não comprometidas com a sociedade se elejam. “Ninguem cai do céu de uma hora pra outra para resolver nossos problemas políticos. É preciso que as pessoas pesquisem para não ser surpreendidos depois com seus eleitos. A gente precisa conhecer quem a gente tá elegendo”, concluiu.