Escola da rede municipal de Pelotas planta árvores para enfrentar a crise climática

EMEF Almirante Raphael Brusque e a Secretaria de Qualidade Ambiental realizaram o plantio de árvores em todo o redor da localidade. (Foto: Divulgação/SME)

Na sexta-feira (4), a Escola de Ensino Fundamental Almirante Raphael Brusque se uniu à Secretaria de Qualidade Ambiental (SQA) com um objetivo em comum: plantar árvores ao redor da escola. A atividade é uma estratégia adotada para o enfrentamento à crise climática, especialmente com o histórico de inundações que afetam a Colônia Z-3, localidade da instituição. Unindo a comunidade escolar e a Secretaria de Qualidade Ambiental, com o incentivo da Secretaria Municipal de Educação.

A diretora da escola, Betânia Balladares, afirmou que o plantio de árvores tem ligação direta com as enchentes de maio de 2024. “A mitigação do aquecimento global, das ondas de calor, passa por pensar em ações que sejam nossas aliadas, como as árvores, que darão sombra em dias de forte calor trazendo conforto para quem está na rua, e para quem está nas salas de aula. Esses temas, foram conversados durante vários momentos do ano letivo de 2025, período em que começamos a pensar e propor ações junto a SQA, solicitando mudas de árvores e dicas de possíveis ações com nossos estudantes e comunidade em geral”, explica. Além de reflorestar os arredores, o plantio de árvores nativas também auxilia na regulação de temperatura durante o verão. A EMEF Almirante Raphael Brusque também realiza projetos relacionados ao bem estar ambiental, como os de Horta Comunitária e Compostagem.

Segundo o biólogo e assessor especial da SQA, Fabrício Sanches, as práticas do setor de Educação Ambiental tem o objetivo de envolver a comunidade escolar no plantio e manutenção das mudas e das árvores existentes. “No caso desse plantio, a escola Raphael Brusque fez uma solicitação de mudas e nós propusemos realizar o plantio em parceria”, detalha Sanches. “Nesse âmbito temos também a expectativa de proporcionar aproximação e a identificação da comunidade com o espaço do ecocamping, a mata do totó e a biodiversidade local, as quais são parte de seu território”, finaliza.

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