Representantes do Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Pinheiro Machado participam do Encontro Estadual de Conscientização da Violência Contra as Pessoas Idosas

Iniciativa busca fortalecer a visibilidade do Junho Violeta e promover o engajamento da comunidade na defesa da dignidade, da segurança e da qualidade de vida das pessoas idosas (Foto: Divulgação)

*Com informações da Agência Brasil

Na sexta-feira (19), representantes do Conselho Municipal da Pessoa Idosa (CMPI) de Pinheiro Machado participaram do 2º Encontro Estadual de Conscientização da Violência Contra as Pessoas Idosas, realizado em Porto Alegre, no auditório da Emater/Ascar, com coordenação da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Social e do Conselho Estadual da Pessoa Idosa. A iniciativa busca fortalecer a visibilidade do Junho Violeta e promover o engajamento da comunidade na defesa da dignidade, da segurança e da qualidade de vida das pessoas idosas. O evento reuniu especialistas, defensores públicos e representantes de órgãos de proteção para discutir ações práticas de prevenção e enfrentamento à violência contra a pessoa idosa em todas as suas formas.

A programação proporcionou momentos de reflexão, informação e troca de experiências sobre a importância do respeito, da dignidade e da garantia de direitos das pessoas idosas, reforçando o compromisso coletivo na construção de uma sociedade mais humana e acolhedora. Durante o encontro, também foram debatidas ações práticas de conscientização, acolhimento e fortalecimento da rede de proteção à pessoa idosa, destacando que combater qualquer forma de violência é uma responsabilidade de toda a sociedade.

Com o tema A liberdade não tem prazo de validade, a campanha Junho Violeta de 2026 conscientiza a população sobre as formas de violência contra a pessoa idosa e estimula que a população denuncie casos.

Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), foram registradas 75.701 denúncias de violência contra idosos pelo canal Disque 100 nos primeiros quatro meses de 2026, contra 58.297 no mesmo período do ano passado.

Os números ainda escondem a maior parte das vítimas, que, de acordo com o ministério, não denuncia as violações, muitas vezes por medo de retaliações.

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