Pedro Osório evolui na construção de plano estratégico de drenagem urbana com a UFPel

Executivo Municipal se reuniu com representantes da universidade na quarta-feira (22) para tratar do tema. (Foto: Junior Ebersol)

A Prefeitura de Pedro Osório segue estudando método à prevenção de alagamentos e ao enfrentamento de eventos climáticos extremos. Em reunião realizada na manhã de quarta-feira (22), o prefeito Ricardo Alves (MDB) e o vice-prefeito Davi Lucas (MDB) receberam, no gabinete municipal, os professores Samuel e Tamara Beskow, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), representantes do Núcleo Integrado de Previsão (NIP). O encontro também contou com a participação da equipe de Planejamento do município.

O foco da reunião foi a elaboração do Plano Municipal de Drenagem Urbana, iniciativa considerada pela Prefeitura como essencial para diagnosticar áreas críticas da cidade que enfrentam alagamentos e propor soluções técnicas de curto, médio e longo prazo. A proposta é desenvolver um sistema eficiente de escoamento das águas pluviais, capaz de reduzir significativamente os impactos das chuvas intensas sobre a infraestrutura urbana e a qualidade de vida da população.

Durante a apresentação, os especialistas da UFPel detalharam metodologias de análise que envolvem estudos hidrológicos, topográficos e financeiros, com base em experiências aplicadas em outras cidades do estado. O objetivo é construir um plano realista e sustentável, que permita a Prefeitura priorizar obras com base em critérios técnicos e viabilidade orçamentária.

A parceria entre o município e o NIP/UFPel busca uma abordagem mais científica e estratégica no enfrentamento de problemas históricos de drenagem em Pedro Osório, agravados nos últimos anos pelas mudanças no regime de chuvas e pelo crescimento urbano.

Segundo o prefeito, o plano será fundamental para que o município esteja melhor preparado para os desafios climáticos que vêm se intensificando em todo o Rio Grande do Sul. “Estamos buscando apoio técnico qualificado para planejar o futuro da cidade de forma responsável. A drenagem urbana precisa deixar de ser um problema emergencial e passar a ser tratada como política pública permanente”, afirmou Alves.

A expectativa é que os primeiros diagnósticos sejam finalizados ainda neste ano, possibilitando a captação de recursos estaduais e federais para a execução das obras mais urgentes.