Fenadoce: Cozinha do Senac valoriza talentos locais, ensina receitas acessíveis e convida o público a experimentar novos sabores

Programação une aprendizado, valorização de talentos e muita degustação. (Foto: Alair Junior)

A Cozinha do Senac, já consolidada como uma das atrações mais saborosas e educativas da Feira Nacional do Doce (Fenadoce), está na terceira edição consecutiva com estande próprio e uma programação intensa que une aprendizado, valorização de talentos locais e muita degustação, através das aulas-show. Até o final do evento terão sido mais de 50 atividades.

Sob coordenação do chef e docente Bryan Chaplin, o projeto da arena gastronômica tem como principal objetivo abrir espaço para que os chefs formados na instituição compartilhem seu trabalho com o público, ao mesmo tempo em que inspiram e ensinam receitas acessíveis e vendáveis. “A ideia é valorizar os profissionais que passaram pelo Senac, mostrar seus negócios e criações, e também oferecer uma experiência imersiva para quem visita a feira”, explicou Chaplin.

Além de nomes reconhecidos da gastronomia local, como chefs de Pelotas, Rio Grande e São Lourenço do Sul, duas atrações especiais complementam a programação: Cátia Leal, coordenadora do Senac Santa Cruz do Sul, e Mateus Troglio, coordenador do Senac Caxias do Sul, que participam com aulas em dois domingos da feira.

Mesmo fazendo parte da maior feira de doces da Zona Sul, as oficinas englobam, também, receitas salgadas como a aula show Sabores da Borgonha, ministrada pelo chef Juliano Kruguer, a aula de Carnes Defumadas, com o chef Gabriel Cuchiara, a aula de Hambúrguer com o chef Giovani Pozzobon e muito mais.

As oficinas não exigem inscrição prévia, são abertas a todos os visitantes e contam com degustação ao final. Aulas práticas e interativas mostram receitas passo a passo, com foco em técnicas simples e ingredientes acessíveis. A chef docente Raquel Hellwig Marasca, que participa da feira desde a 19ª edição, destacou o propósito do Senac. “A ideia é que a pessoa aprenda ali, tire dúvidas e consiga reproduzir a receita em casa, mesmo com poucos equipamentos. Muitas receitas são pensadas até com foco em quem quer empreender.”

As oficinas são abertas a todos os visitantes. (Foto: Alair Junior)

A adesão do público tem sido efetiva. Para a pedagoga Sammie Fernandes Machado, a experiência foi surpreendente. “Eu achei muito diferente, nunca tinha participado. A proposta de experimentar o doce depois da aula foi incrível. Pretendo voltar em outros dias para aprender mais”, explicou.

A arena gastronômica também é um ponto de encontro para quem deseja se conectar com a cultura doceira de forma prática, educativa e saborosa. A programação completa está disponível no estande e pode sofrer atualizações ao longo da feira com novas oficinas sendo adicionadas.