- Profundidade dos sulcos
- O mínimo permitido por lei no Brasil é 1,6 mm;
- Os pneus têm os TWI (Tread Wear Indicator) – pequenas barras de borracha entre os sulcos. Se o nível da borracha chegar a esse ponto, é hora de trocar.
2. Desgaste irregular
- Se o pneu está gasto mais de um lado do que do outro, pode ser alinhamento, balanceamento ou calibragem incorreta;
- Mesmo que ainda tenha borracha em parte dele, esse tipo de desgaste exige troca.
3. Trincas, bolhas ou cortes
- Se aparecerem rachaduras na lateral, bolhas ou cortes profundos, o pneu pode estourar a qualquer momento. Não vale arriscar.
4. Vibrações ou barulhos
- Se o carro treme em certas velocidades, mesmo após balancear, pode ser que o pneu esteja comprometido internamente.
5. Idade do pneu
- Mesmo que pouco usado, o pneu resseca com o tempo. Fabricantes recomendam atenção a partir de 5 anos de uso e substituição em até 10 anos, independentemente do estado.
6. Aderência reduzida
- Se o carro começa a derrapar em curvas leves ou aquaplanar facilmente na chuva, os pneus já não estão cumprindo bem o papel.
Dica extra: verifique a pressão pelo menos uma vez por semana e sempre antes de viajar. Pneus bem calibrados duram mais e garantem mais segurança.
Fonte: psg




