
O Progressistas decidiu dar um ultimato aos filiados da sigla que ocupam cargos na atual administração em Piratini, que tem à frente o prefeito Márcio Porto, do MDB.
Segundo uma nota distribuída nesta segunda-feira (4), a Comissão Executiva Municipal e o Diretório Municipal, com o aval de filiados presentes à reunião realizada na Câmara de Vereadores no dia 30 de março, apontou que pessoas ligadas ao partido que ocupem cargos em comissão ou funções gratificada, têm 30 dias para tomar a decisão de permanecer nos empregos ou requisitar a desfiliação.
“Não aceitamos isso, pois o Progressistas não faz parte dessa administração, sendo oposição ao atual governo. Não coligamos com o MDB na eleição em 2020, portanto não há nada que justifique essa situação”, disse o vereador Manoel Rodrigues, presidente do PP, que acrescenta: “ou entregam o cargo ou saem do partido, nas duas não vão ficar”, garante.
Rodrigues estima que entre 10 e 12 filiados estejam trabalhando na Prefeitura, e caso estes não obedeçam a nova normativa, todos serão submetidos ao Conselho de Ética da legenda, tendo como sanção a expulsão do Progressistas.
Na última eleição municipal a sigla se manteve neutra, não apoiando nenhum dos partidos que disputaram a Prefeitura, mas Porto teve o apoio unilateral do ex-presidente e vereador Alex Matos, que é funcionário de carreira do município, assim como de outros filiados à legenda de oposição ao MDB.



