Piratini: Prefeitura encontra solução e camelôs deverão deixar o Centro Histórico

Bancas situadas no Centro Histórico deixarão de existir. (Foto: Nael Rosa/JTR)

Depois de dez anos, se aproxima de uma solução a remoção dos camelôs do eixo tombado no Centro Histórico de Piratini.

A Prefeitura, que é alvo de uma Ação Civil Pública de autoria do Ministério Público, recebeu dois terrenos, que entraram no acordo feito junto a um supermercado da cidade. O estabelecimento sofreu multa que ultrapassa R$ 1 milhão e, nestas áreas situadas na Rua 24 de Maio, construirá um pavilhão que vai abrigar não só os comerciantes, mas também a Estação Rodoviária da cidade.

“Esse assunto foi prioridade para administração logo após a mesma assumir. É uma situação que já se arrastava há mais de dez anos e que já estava na iminência da Prefeitura pagar R$ 5 mil por dia por não dar solução”, explicou o secretário de Meio Ambiente, Wilbor Duarte Pinheiro.

Pinheiro disse, ainda, que o projeto foi apresentado aos comerciantes e que a aceitação por parte dos mesmos foi unânime. Assim, a construção, que deve começar em novembro, vai ter espaços criados para que eles possam instalar seus comércios, bem como uma praça de alimentação. Com isso, os responsáveis por venderem lanches no perímetro central também serão obrigados a deixar o Centro Histórico.

Quanto aos recursos para a construção, o secretário disse que os terrenos repassados pela empresa que sofreu a multa representam cerca de 50% do valor da penalidade, portanto o restante, aproximadamente R$ 500 mil, será usado para a construção.

“Acreditamos que este valor seja suficiente para custear toda a obra, mas como o material de construção tem altas frequentes, não podemos descartar que o município tenha que dar uma contrapartida, o que se for necessário, vai acontecer”, garantiu.

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