Na noite de sexta-feira (15), a Associação dos Proprietários de Caminhões de Pelotas e região (Aprocapel), realizou uma confraternização para celebrar as conquistas de 2023. O evento, no Centro Português de Pelotas voltou a ser realizado após três anos, reunindo quase 1 mil associados, familiares e amigos.
O presidente da associação, Nélson Vergara, destaca que o evento havia sido interrompido em decorrência da chegada da pandemia de Covid-19 e que esta edição já estava sendo planejada desde o início do ano. “É uma festa da família Aprocapel”, resume. Para ele, é uma oportunidade para reunir todos os motoristas que, ao longo do ano, percorrem as estradas do país.
A associação, que possui 15 anos de fundação e 14 em funcionamento, começou com 47 sócios e termina 2023 com 620. “Isso porque a gente não está aceitando mais pessoas. Temos uma estrutura enxuta”, afirma. Todos os associados possuem benefícios como assistência e preços reduzidos de equipamentos adquiridos diretamente das fábricas e sem margem de lucro.

O presidente ainda destaca os avanços para o futuro. Um terreno às margens da BR 116, adquirido há três anos, possui 8 hectares, 100 metros de frente e 800 de fundo, que deve receber uma nova sede da Associação e um estacionamento para os associados. “A ideia é que esses caminhões fiquem fora das ruas das cidades, beneficiando tanto os associados quanto as ruas das cidades”, projeta.
Vergara afirma que o sucesso da Aprocapel é bom também para inspirar novas entidades, que tornam-se amigas, não concorrentes. “É bom para todos. Que todo mundo seja atendido e com os benefícios que os nossos associados têm”.
O vice-presidente Everaldo Born destaca que o evento é realizado a cada dois anos e que é sempre satisfatório promover o encontro dos associados. “A gente é uma família, todo mundo se ajuda”. Para ele, o segredo está em promover avanços de acordo com a capacidade da Associação, de forma a garantir a sustentabilidade.
Além disso, o papel da Aprocapel está na defesa dos interesses dos caminhoneiros, como na redução no valor do pedágio que, segundo ele, promove atrasos no desenvolvimento local e pede engajamento também da população. “Tudo que está em volta da comunidade, que ela usa, que ela come, vem por nós”, disse



