Pré-candidato ao governo do Estado pelo PT defende união partidária e diálogo com a sociedade

Pré-candidato ao governo do RS, Edgar Pretto esteve em Capão do Leão. (Foto: Gerson Baldassari/JTR)

Pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo Partido dos Trabalhadores (PT), o deputado Estadual Edegar Pretto esteve em Capão do Leão, na sexta-feira (12), onde almoçou e participou de encontro com a direção e integrantes do PT de Capão do Leão. No mesmo dia ele também esteve em Pelotas.

Acompanhado do deputado Estadual José Nunes e comitiva, o candidato ao Piratini cumpriu agenda em municípios da região ouvindo a base partidária e buscando o diálogo com lideranças de outros partidos como, PDT, PSB, PSOL, PCdoB, e lideranças sem partido com objetivo de formalizar uma frente ampla e sustentável capaz de unir forças e desenvolver projetos sustentáveis para região em questões relacionadas à agricultura, saúde, indústria, inovação tecnológica e educação, entre outras pautas que farão parte do futuro programa de governo do PT.

“Realizamos até agora 28 encontros regionais para ouvirmos a opinião de nossos militantes. Recebei essa missão em setembro quando fui escolhido pelo Partido dos Trabalhadores para concorrer pela primeira vez ao governo do Estado. Mas estou muito feliz, porque tenho o apoio dos ex-governadores, Olívio Dutra e Tarso Genrro, que foram dois governadores corajosos que souberam enfrentar a crise da época criando oportunidades”, disse Pretto.

E continuou. “Fui líder de Bancada e presidi à Assembleia Legislativa. Foi ali que aprendi a convier com as diferenças, respeitando quem pensa ao contrário de mim. O Brasil necessita de menos rancor, de menos ódio e violência e mais conversa e transparência. Além disso, queremos montar um palanque potente para o Presidente Lula, que hoje, é o nosso pré-candidato à presidente do Brasil”, argumentou.

Pretto também disse conhecer a realidade de grande parte dos municípios do Estado, pois recebeu votos em 473 cidades, e em suas visitas percebeu uma ausência completa de ações tanto do governo do Estadual como do governo Federal nos setores produtivos, de pequenas e micro empresas. “O processo de desindustrialização do Estado é assustador. É por isso que a nossa economia não reage, não gera empregos e, além disso, deixa o Estado sem capacidade de interferir e agir positivamente na vida das pessoas”, declarou.