Neto Pereira foi o Vereador mais votado do PDT de Arroio Grande

Neto Pereira. Foto: Arquivo pessoal

Representando o Partido Democrático Trabalhista (PDT), Neto Pereira foi o vereador mais votado da sigla alcançando 617 votos sendo 5º vereador mais votado nas eleições.

Com 38 anos de idade, graduado em Educação Física, motorista e empresário atuante no ramo de transportes a mais de 15 anos no município, o vereador eleito pela primeira vez, faz parte do contexto de uma Câmara de Vereadores que se renovou para os próximos quatro anos e encara o desafio de assumir pela primeira vez um cargo público.

Mesmo novato na política, Pereira sentiu que esse era o momento certo para colocar seu nome à disposição da comunidade e após ser aprovado na convenção do partido começou a organizar sua campanha política, mesmo em meio aos desafios propostos pela pandemia.

O Vereador eleito credita o êxito na eleição a sua família, amigos e equipe de trabalho que abraçaram o projeto e ressalta que no processo de campanha pautou o respeito e não se fixou em realizar promessas, mas sim com o compromisso de trabalhar pela comunidade com as portas de seu gabinete abertas.

Identificado com o Bairro Promorar, Pereira destaca a importância de se ter um olhar
especial com a comunidade daquela região e pretende atuar nesse sentido. Envolvido
com o setor de transportes, ressalta a importância da manutenção das estradas rurais, pauta que também deseja manter presente em seu trabalho.

Já na área esportiva, reconhece a importância de utilizar a prática esportiva como forma de
promover a inserção social, principalmente das crianças, por isso propõe a implementação de um projeto através de parcerias para a criação de categorias de base no futebol de campo.

Em relação aos colegas vereadores eleitos, Neto alimenta a expectativa que possam desempenhar um bom trabalho em prol do progresso da cidade e mesmo com o seu partido (PDT) não tendo êxito na eleição para o Executivo Municipal, acredita que a sigla sai fortalecida do processo eleitoral. Mesmo pertencendo a uma sigla de oposição ao futuro governo, Pereira pretende sempre apoiar as iniciativas do Executivo que contemplem de forma geral a comunidade arroio-grandense.

1 comentário

  1. Sim, do partido que entrou com pedido no STF para que este rasgue a Constituição outra vez, ignore a separação e autonomia entre os três poderes, base de nossa democracia, e, de novo, destitua o presidente eleito pelo povo de suas atribuições que só a ele nossa Lei Maior confere e passe ele, STF, a administrar, exercer o papel de Executivo, que não lhe pertence, e governar o país através de decretos, mais autoritários do que os do tempo do império, posto que não baseados em ou respeitando qualquer lei existente ou aprovada pelo Congresso eleito e, sim, de acordo com a mera preferência ou opinião pessoal dos ministros sobre cada tema e faça o que nem Putin, na Rússia, Alberto Fernandez, na Argentina, Diaz-Canel em Cuba, Maduro e Arce nas bolivarianas Venezuela e Bolívia, e sequer Xi Jinping ou o partido comunista da China fizeram: obrigar o povo a se vacinar contra a sua vontade. Isto que as vacinas russa e chinesa utilizam técnicas tradicionais , usadas e testadas há pelo menos quatro décadas e com sucesso, com outras doenças e, aqui, no Brasil, a escolhida, de acordo com os interesses ou a opinião pessoal de cada governador (e, por que não, prefeito?) pode ser uma que use tecnologia jamais testada ou experimentada na história, em lugar algum do mundo, tipo as a base de DNA ou RNA mensageiro, em duas ou três doses que podem ter de ser repetidas, a cada três meses, ad aeternum, entupindo nosso corpo com código genético de organismos estranho à sua natureza. Seremos uma excrescência mundial. E todos, a depender do PDT que, de “democrático” só tem o nome, posto que autoritário, teremos de nos submeter sob pena de não podermos votar, fazer concursos públicos, participar de editais ou concorrências públicas, conseguir financiamentos e sequer receber nossos salários, para poder comprar comida pras crianças no final do mês. Realmente, muito “democrático”!

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