Neste sábado (2), o pré-candidato ao governo do Estado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e deputado estadual, Edegar Pretto, estará em Pelotas para a criação da coordenação regional da campanha ao Palácio Piratini, em âmbito estadual, e ao governo federal.
A atividade ocorrerá a partir das 9h, no auditório do Sindicato dos Servidores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), na rua 15 de novembro, nº 262 A regional Sul abrange 18 municípios.
Conforme Pretto, desde abril de 2021 foram realizados 28 encontros regionais, para ouvir os filiados de todo o estado. “Construímos um consenso, histórico, fruto da caminhada até aqui que eu sintetizaria em uma palavra: união. Não só do PT, como de movimentos sociais do campo e da cidade, entidades, setores progressistas”, disse.
As coordenações de pré-campanha serão constituídas nas 27 regionais do PT no estado. Além das representações do partido, as coordenações também serão compostas por pessoas de vários setores e movimentos, com o objetivo de dar pluralidade na organização e preparar as assembleias populares, para a construção do Programa de governo de Pretto.
Entre as tarefas que seguem a montagem das coordenações regionais está a criação de comitês populares Lula/Edegar em todos os municípios gaúchos, para dar visibilidade às pré-candidaturas.
Sobre alianças para a eleição, o pré-candidato lembrou da federação partidária criada com o PV e o PCdoB, e afirmou que o partido não descarta o diálogo e há conversas com o PSB e o PSOL. Em âmbito nacional, Pretto apontou que a campanha no estado pretende ser um potente palanque para o presidente Lula.
Críticas à gestão Leite
Questionado sobre pautas que afetam diretamente moradores da Zona Sul e de todo o estado, a estiagem e as reclamações sobre os serviços prestados pela CEEE Grupo Equatorial, o deputado declarou que durante a estiagem vivenciada em 2012, durante o governo de Tarso Genro, o governo estadual investiu mais em medidas de combate à crise. “Ele [Eduardo Leite] não chamou a responsabilidade”, disse. Sobre a companhia de distribuição de energia, afirmou que a população gaúcha está “provando o gosto amargo de uma privatização mau feita”.




