
*Com informações da Assessoria de Imprensa
O governo do Rio Grande do Sul concluiu, entre março e maio deste ano, obras em cinco escolas estaduais de Arroio Grande e Rio Grande, somando cerca de R$ 9,4 milhões em investimentos. As intervenções fazem parte de um pacote estadual de R$ 54,1 milhões destinado à melhoria da infraestrutura de 60 instituições de ensino em 31 municípios gaúchos.
O maior aporte na região ocorreu na Escola Estadual de Ensino Médio Professor Carlos Lorea Pinto, em Rio Grande, que recebeu R$ 4,7 milhões para a instalação de um novo bloco escolar construído pelo sistema off-site. O modelo utiliza módulos produzidos em fábrica e montados posteriormente no local, reduzindo o tempo de execução das obras e a geração de resíduos.
Também em Rio Grande, a Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas foi contemplada com duas intervenções. A primeira, no valor de R$ 735,4 mil, envolveu uma recuperação geral da estrutura. A segunda destinou R$ 132,2 mil para a renovação completa das instalações elétricas do bloco A.
Em Arroio Grande, duas escolas receberam melhorias estruturais. Na Escola Estadual de Ensino Médio Vinte de Setembro, foram investidos R$ 927,5 mil na recuperação da cobertura, instalações elétricas e hidrossanitárias, revestimentos, esquadrias e pintura. Já o Instituto de Educação Aimone Soares Carriconde recebeu R$ 897,6 mil para a substituição de pisos e revestimentos, melhorias na quadra poliesportiva, impermeabilização e pintura.
As obras foram fiscalizadas pela 5ª Coordenadoria Regional de Obras Públicas (Crop), sediada em Pelotas, e integram o programa estadual de qualificação da infraestrutura escolar.
Segundo a Secretaria de Obras Públicas, o Estado já investiu mais de R$ 91 milhões em obras concluídas em escolas estaduais apenas em 2026. Desde 2019, os recursos destinados à recuperação, ampliação e modernização de prédios escolares ultrapassam R$ 1,2 bilhão, alcançando mais de mil instituições da rede estadual.
A secretária de Obras Públicas, Izabel Matte, destacou o aumento dos investimentos e a adoção de soluções construtivas mais sustentáveis. De acordo com ela, a utilização de módulos off-site nas escolas representa uma alternativa que alia rapidez na execução e menor impacto ambiental, além de contribuir para a ampliação da infraestrutura educacional em diferentes regiões do Estado.



