O governo do Rio Grande do Sul está conduzindo uma pesquisa importante para entender melhor as perspectivas e experiências da população gaúcha com relação aos dados meteorológicos e hidrológicos disponíveis no Estado. Essa pesquisa é fundamental para melhorar o acesso e a qualidade desses dados, que são essenciais para diversas atividades, como agricultura, pecuária, planejamento de atividades de lazer e cultura, pesquisa e análise profissional, entre outras.
A pesquisa, que leva em média 5 minutos para ser respondida e é totalmente anônima, visa coletar informações sobre a frequência com que as pessoas acessam dados meteorológicos e hidrológicos, onde podem consultá-los, para qual finalidade e quais são as maiores dificuldades encontradas. Além disso, a pesquisa também busca entender a opinião dos respondentes sobre a utilidade, confiabilidade e visualização dos dados.
O coronel Márcio Faccin, coordenador regional da Defesa Civil, destacou a importância da participação da comunidade. “Primeiramente, a disseminação dessas informações de forma acessível e compreensível fortalece a cultura de prevenção, permitindo que a população tome medidas antecipadas diante de eventos climáticos adversos”.
De acordo com Roger Anjos, agente de Defesa Civil Estadual, “é de extrema importância até para o corpo técnico e a coordenação estadual do governo de Estado saber como a população está entendendo esses avisos, essas alertas, qual é a importância”.
Henrique Repinaldo, meteorologista do Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas (CPPMET) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), também explicou sobre a importância da participação popular neste projeto, afirmando que “a participação da comunidade no acesso a dados meteorológicos e hidrológicos é fundamental para promover conscientização, melhorar a tomada de decisão local e reduzir riscos associados a eventos extremos”.
A pesquisa ficará disponível até a próxima quarta-feira (29). A participação da comunidade da Zona Sul é fundamental devido aos constantes eventos adversos que afetam a região. Para contribuir, basta clicar neste link.




