
Quando foi inaugurada em 25 de agosto de 1962, a então Sociedade Recreativa e Cultural 13 de Maio permitiu à negritude de Piratini ter um local para se divertir, pois até então não era permitido que pessoas da raça negra frequentassem as festas do município, já que à época, existia uma espécie de Apartheid na cidade, podendo apenas pessoas brancas acessar os bailes em entidades promotoras deste tipo de evento.
Os anos passaram, a divisão de raças neste sentido deixou de existir, mas esta, que foi rebatizada, passando a ser chamada e conhecida por Senegal, hoje está muito aquém daquela que um dia foi uma das referências na região no quesito baladas que atraiam centenas aos fins de semana.
O prédio, inaugurado na década de 60, há anos não tem mais cobertura. E para que seja reconstruído, estima-se ser necessário algo em torno de R$ 300 mil.
Já o salão anexo também enfrenta a ação do tempo – o que fez a atual diretoria arregaçar as mangas e ir em busca dos R$ 9 mil, valor estimado para fazer todas as reformas e, com isso, reabrir as portas da entidade social.
“Entre as nossas ações para captar este montante que será usado para atender as exigências do Corpo de Bombeiros, ou seja, fazer tudo que está previsto no Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), inclusive a estrutura que compõe a saída de emergência, esteve, no domingo (5) a promoção e realização da 2ª Edição do Frango Assado. Na oportunidade, comercializamos 68 unidades a R$ 30,00 cada, o que rendeu pouco mais de R$ 2 mil, segundo Beatriz Rodrigues, responsável pelo setor de comunicação do Senegal.
Outra forma de ajudar é se tornando sócio, sob o custo de R$ 15,00 mensais, ou R$ 1 mil para a opção “sócio remido”, valor que permite manter-se associado pelo período de três anos.



