Música Querubim do Estação Melanina alcança 10 mil visualizações no Instagram e grupo busca recursos para gravação

Estação Melanina busca recursos para gravar Querubim e com isso disponibilizar o sucesso em todas as plataformas de músicas da internet. (Foto: Divulgação)

Diante da visibilidade proporcionada pelo Instagram, responsável por, aos poucos, tornar o Facebook – outra rede social criada pela gigante Meta, mas que está um tanto ultrapassada – alcançar 10 mil visualizações de um vídeo caseiro, pode ser visto por muitos como nada excepcional. Mas para o Estação Melanina, isso é um indício de que a música “Querubim”, composição de Zezinho Andrade e César Farias, integrantes da mais nova banda de pagode de Piratini, teve uma ótima aceitação entre os que curtem o estilo.

Criado em junho de 2023, o grupo, também formado por outros sete instrumentistas:

Fernando de Farias, Guilherme Andrade, Anderson Moraes, Juliano Saraiva, Pedro Teixeira, Alisson Almeida e Derick Garcia, busca encontrar formas para conseguir dinheiro e, com isso, não só gravar a canção, mas também adquirir, inclusive, os instrumentos que ainda faltam para oferecer aos contratantes a estrutura adequada e que proporcione qualidade nas apresentações.

“O estúdio mais em conta, e que fica em Pelotas, cobra R$ 700,00 para que possamos gravar a Querubim e, com isso, passar a divulgar a música com a sonoridade adequada. Ou seja, com a qualidade necessária para após, disponibilizá-la em todas as plataformas digitais acessadas por quem opta por ouvir música, por exemplo, no Spotify, e ainda vídeos com o mesmo conteúdo, no Youtube”, explica Fernando Farias, o “faz tudo” do Melanina. Além de responsável pelo marketing da banda, ele também toma conta da contabilidade e do agendamento de shows.

Mas o valor citado acima representa apenas uma pequena parte do montante a ser captado, já que ainda faltam instrumentos, o que leva os nove componentes a não dividir o cachê adquirido nas apresentações.

“Para que pudéssemos fazer alguns shows, por muitas vezes utilizamos instrumentos emprestados pelo Simpa Silveira, do Grupo Simpagode”, revela Farias.

Para arrecadarem o mínimo necessário e não mais depender de terceiros, ele conta que os componentes não dividem entre si o valor ganho quando contratados. O dinheiro é usado para estruturar a banda – acordo que já proporcionou a aquisição de um surdo e um rebolo, mas ainda faltam um cavaquinho e um pandeiro.

“Além desses instrumentos, precisamos captar no mínimo outros R$ 3 mil, custo dos itens que compõem o retorno de palco. Sem falar, também, da necessidade de uma caixa amplificada para os ensaios e ainda os microfones”.

O preço para quem quiser contratar o Estação Melanina é de no máximo R$ 800 para uma hora de show, que pode ser feito pelo número: 53 9 99204944.